Reconheço que cheguei atrasado a esta crónica, mas isso é um sinal da minha salubridade. Mas esta aventesma (para ser simpático com o adjectivo) consegue surpreender-me: o que mais me custa é perceber que esta conversa irresponsável (a alta perigosidade das drogas mencionadas é cientificamente e estatisticamente comprovada) seja veiculada e patrocinada em meios "de referência" - mesmo que em processo de falência. Quando souber da próxima pessoa a dar entrada num internamento ou morrer com uma overdose - o meio é-me relativamente próximo - vou lembrar-me da Fernanda Câncio mais à sua boémia.
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O que é que a Fernanda Câncio diz de errado? Ela diz que as drogas não são inócuas.
ResponderEliminara próxima pessoa a dar entrada num internamento ou morrer com uma overdose
Com muitas frequência pessoas são internadas por causa do álcool ou morrem com uma overdose dele. E nem por isso essa droga é proibida.
ResponderEliminarEsta 'jornalista' faz-se de parva, mas a sua intencionalidade é muito outra e mais do que óbvia. O pior é que há quem nela acredite. Se ela se droga ou não, isso é lá com ela, mas convencer os portugueses de que o seu consumo é inócuo é algo de muito grave, sobretudo se publicado num artigo de jornal lido por milhares de pessoas que serão induzidas num erro clamoroso e perigoso e até criminoso. Que ela seja apologista do consumo de drogas é notório, basta lembrar que o seu ex-namorado Sócrates pedia a uma aluna sua conhecida que assim que terminasse as aulas na Faculdade lhas levasse dentro de um envelope!... As drogas leves ou pesadas (a propósito, não há drogas leves e quem o afirma é para iludir os ingénuos e incitar ao seu consumo) todas elas levam à morte mais cedo ou mais tarde - as provas são mais do que muitas e de todos conhecidas. A Câncio é esquerdista e logo situacionista (é óbvio que terá avença para as opiniões que debita nos artigos de jornal e em entrevistas televisivas) e está tudo dito.
Maria
convencer os portugueses de que o seu consumo é inócuo
ResponderEliminarFernanda Câncio escreve explicitamente no artigo que as drogas não são inócuas.
Esta rapariga nunca viu as drogas por perto da família dela! Parte das crianças com as idades da curiosidade sobre a "dita", não sabem o que quer dizer, ou não, a palavra inócua.Este discurso só lhes vai dizer que é normal experimentarem. E da experiência, vem logo breve, o vício. Mais valia estar calada!!
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