quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Jamais esqueceremos

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Na edição de hoje do jornal i é publicado um trabalho de Marta F. Reis sobre o regicídio de há 110 anos, e a propósito desta trágica efeméride respondo a uma série de questões da jornalista Filipa Traqueia que as coloca em confronto com os argumentos de Joffre Justino da "Associação Promotora do Livre Pensamento" (?) que toma o partido dos homicidas e pelo terrorismo como método político - assim é fácil. Jamais esqueceremos a barbaridade em que assenta a nossa "república".

6 comentários:

  1. "Não há mais iníquo do que o amor ao dinheiro; aquele que o ama chega até a vender a sua alma. Vivo ainda, despojou-se de suas próprias entranhas!" Elesiastes, 10, 11

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  2. O homem já morreu há mais de cem anos. Já toda a gente no mundo teve mortos mais importantes para lamentar. Se não ultrapassarem vocês o "trauma", o problema é vosso.

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  3. a barbaridade em que assenta a nossa "república"

    A república não assenta no regicídio mas sim num golpe de Estado executado em 1910. É uma especulação afirmar que, se D. Carlos não tivesse sido assassinado, o golpe de Estado não teria sido executado na mesma. Faço notar que já houve outros regicídios, que não desembocaram em golpe de Estado nenhum.

    Mau é um regime em que o assassinato de uma pessoa leva inexoravelmente a um golpe de Estado. Ao afirmarem que o assassinato de D. Carlos levou inexoravelmente à queda do regime, os monárquicos estão a reconhecer que esse regime era muito débil.

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  4. dizia Candido dos Reis 15 dias antes de o 'suicidarem'


    'quando há revolução em Portugal
    metade aceita
    a outra borra-se'

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  5. Só mesmo um tipo qur fundou A Bola para falar nesses termos. Assim como um antepassado do Ferreira Fernandes.

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  6. Que o regime era débil, é óbvio. Aquilo caiu de podre, perante a indiferença geral do povo e perante a cobardia geral dos "cortesãos", que deram à sola ou ficaram caladitos que nem ratos, com raras excepções. Os monárquicos é que insistem na farsa que o Rei era muito amado, etc. Enfim... andam a ler muito a Hola.

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