quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Correios

Como utilizador frequente e experimentado, tenho a nítida impressão de que há dois meses para cá uma parte dos funcionários dos CTT anda a fazer uma espécie de "greve de zelo" com vista ao descrédito da administração da empresa. Três exemplos: sem que nada o fizesse prever, tem sido anormal desde Dezembro o número de encomendas e correspondência da Real Associação de Lisboa que não chega ao destino (com pesados prejuízos para esta instituição que dirijo). No outro dia fui a uma estação de Cascais e o número de senhas por atender era exagerado, mais de sessenta, dos quais mais de metade constatei ser virtual - despachei-me muito mais depressa do que seria de esperar. Hoje no meu prédio fui alertado por um vizinho que havia um pacote em meu nome ao abandono por debaixo das caixas de correio do lado da rua. 
Espero que não passe de uma desconfiança, mas quem conhece o poder destrutivo de uma comissão se trabalhadores a soldo duma agenda partidária (de má fé) tem razões para isso.

2 comentários:

  1. Estranho! meu filho ontem ás 18h menos 1 minuto, pôs uma carta no correio do Porto e hoje já a recebi a 3oo Km de distância.
    É caso para pensar que funciona bem? E esta hein?

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  2. Está explicado. Afinal, a descida dos padrões de serviço dos CTT, incluindo atrasos na distribuição, maior tempo de atendimento aos balcões, etc, deve-se a boicote dos sindicatos. O fecho de balcões também. O João Távora já avisou a administração da empresa que deve apresentar essa justificação perante o público e o governo? 

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