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«Oh pá, estou acampada numa acampada popular pela habitação contra o genocídio!»
Uma «acampada», substantivo, é uma invenção de extremistas espanhóis, que os candidatos a okupas de casas e praças, o jornalixo, e os ISCT...
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Muitos portugueses ainda não terão entendido bem a gravidade da situação nacional, e o perigo de bancarrota que nos espreita, menos ainda ...
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Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
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Antes do escrito: Ana Sá Lopes tem hoje uma crónica delirante (o contrário é que seria de estranhar) no Público em que faz uma coisa habit...
Que chatice, nunca mais há greves das fidalguias monárquicas !
ResponderEliminarAntes, quando eram os banqueiros a dizerem-nos ài aguentam, aguentam...
Tava tudo bem...
Meus caros senhores João Távora e José Manuel Fernandes,
ResponderEliminarFui professor durante doze anos no segundo ciclo. Nunca ganhei mais do que mil euros líquidos. Sou casado, dois filhos, e era com frequência deslocado para longe de casa. Vivia num quarto nos sítios onde estava deslocado, longe da família. Fazendo uma vida frugal, sobrava-me entre 300 e 400 euros, que davam para equilibrar o orçamento de casa, com uma semana de férias na praia, não mais, que as crianças precisam de praia. Apesar de tudo, tive sorte em comparação com outros colegas, que praticamente pagavam para trabalhar, apenas para se manter a possibilidade de concorrer e esperar melhores dias. Eu, que gostava da profissão, tive de desistir. Pois, com certeza, do alto da sua imensa sabedoria e soberba, pode-me dizer que há muitas pessoas em situação pior. Ninguém da minha família jamais passou fome. Não admito é que digam que a minha profissão e de muitos dos meus colegas não é dura e que vivia numa bolha.