O nosso sistema republicano faz com que o Chefe de Estado emerja da liderança de uma facção política - parece que é o que o pagode gosta, mas tal nunca foi comprovado. Nenhum dos nossos presidentes ou ex-presidentes o pretenderam disfarçar, muito menos após os seus mandatos, quando voltaram para o seio dos seus partidários sem se isentarem de intervenção sectária – Mário Soares foi disso o exemplo mais despudorado. Por isso Faz-me confusão as virgens ofendidas e a crítica cerrada à intervenção de Cavaco Silva na universidade de Verão do PSD pelos comentadores das TVs, unanimes, sem qualquer contraditório, diga-se.
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Confusão não me faz nenhuma.
ResponderEliminarTudo está a acontecer como seria de esperar, incluindo a manipulação dos mídia, Só agora, depois de Pedrógão, alguns deles começam tenuemente a demarcar-se.
Mas, mais graves, do que que as guerras entre partidos, são as traições dentro dos próprios partidos, os tirar de tapete e as críticas viperinas . A falta de unidade conduz a que "vendedores da banha da cobra" levem muitos na conversa, principalmente os mais desfavorecidos e/ou com menos capacidade para analisar a realidade.
Segundo consta, a história tem tendência para se repetir, parece que já assim foi com Viriato.
Até Soares conseguiu convencer o avençado Carlos do Carmo a dizer uma bacurada que o caracteriza ser um imbecil.
ResponderEliminarReferindo-se a Cavaco Silva - aquela coisa em Belém. Um homem que ganhou 5 eleições. Único.
ResponderEliminarVer António Costa, vencedor de nenhuma eleição, dizer que Aníbal Cavaco Silva, vencedor de cinco (quatro delas com maioria absoluta) tem "saudades de um palco", inspira-me uma repugnância que nunca a era Sócrates me inspirou. Sócrates revoltava-me - Costa repugna-me da mesma forma que uma osga esmagada na sola do sapato.
ResponderEliminarO mais grave...é o facto de um povo dar maiorias absolutas a quem mal faz ao País ( no cômputo da História Sócrates e Cavaco prejudicaram o País, cfr. a máquina do Estado).
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