Mais do que focar o lado caricato das candidaturas autárquicas mais ou menos independentes e genuínas que despontam um pouco por todo o País, parece-me importante valorizar o movimento sem qualquer preconceito. Os meios de propaganda são mal utilizados? Os protagonistas não se apresentam no padrão cosmopolita de Lisboa? O Design é descurado ou de mau gosto? O discurso é politicamente pobre?
Não alinho no discurso anti partidário, mas no caso das eleições autárquicas em que se disputam cargos essencialmente de gestão e liderança parece-me pouco importante a questão ideológica. Claro que cada caso é um caso, nem todos serão verdadeiramente "independentes", mas o fenómeno parece-me intrinsecamente bom para Portugal. Curioso como cada um de nós pode conhecer pelo menos um parente, amigo ou vizinho a concorrer a uma junta ou assembleia de freguesia. E se o espetáculo da propaganda não servir para mais nada, que nos sirva de espelho, em que dos dois lados iremos sempre nos confrontar connosco próprios. Sem filtros nem desculpas.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Os independentes
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
No centenário da "Revolução Nacional"
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
-
"Desencadeado a 28 de fevereiro por um ataque norte-americano e israelita ao Irão, o conflito alastrou-se a grande parte do Médio Orien...
-
Tem havido, recentemente, alguma discussão sobre a necessidade de transparência a propósito de Aguiar Branco, quer pelo que disse no 25 de ...
-
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
Em Cascais os "independentes" até Bolas de Berlim distribuem gratuitamente na Praia. Além de lixarem o negócio aos concessionários, tentam enganar "os tolos"
ResponderEliminarNo Marco de Canaveses o actual presidente distribui porco assado e excursões de autocarro...
ResponderEliminar"
Espero que te tenha sabido bam a bola, caro José Tomáz!
ResponderEliminarUm abraço!