quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Hoje é o dia indicado para eu dizer isto

Não tenho nem mais nem menos deferência pelas decisões dos juízes do tribunal constitucional do que pelos restantes poderes, sejam os deputados, ministros ou autarcas. O facto é que todos actuam politicamente e os primeiros nem são eleitos.


 

3 comentários:

  1. Os ministros tambem não são eleitos.

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  2. Totalmente de acordo!

    http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/01/constitucionalidade-e-quando-um-homum.html (http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/01/constitucionalidade-e-quando-um-homum.html)

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  3. E?

    Acaso quer dizer que tenham menos legitimidade? Ou esta coisa da legitimidade é uma coisa só de voto, mas não de argumentação, ou razão das convicções?
    Não foi o TC que levou o país à falência; não foi em geral o poder judicial que levou o país à falência.
    Antes, o executivo e o legislativo é que participaram na falência, sob autoria moral de uma sociedade civil profundamente iletrada seja em economia seja em política, capaz de escrutinar na sua grande maioria os azelhas...eleitos seja localmente seja no Poder Central.
    Quando não temos argumentos, armamos um inimigo; a recente balela do PM demonstrou que não há imaginação no Governo nem na AR para legislar sob o manto constitucional.
    Um exemplo: se é possível despedir toda uma direcção geral ou uma autarquia ou uma universidade pela sua extinção porque não faz o Governo tal ordenação administrativa (18 concelhos como distritos, 7 locais de universidade, escolas secundárias em cidades)? É ou não é posto de trabalho, um despedimento colectivo; PORQUE não quer que se chame despedimentos...porque eleitoralmente custoso, ou porque ... não sabe, como não sabia quando estava na Oposição.
     Não concordo com a maioria das decisões do TC a propósito da bancarrota, mas não concordo sob razões, razões concretas, razões que persuadem, e não
    em balelas e falsas questões.
    João, ... há mais incompetência clara que intenções boas...mas a culpa não é de quem dá razões que persuadem a existência da própria incompetência.

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