segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Lançamento



(...) Nenhum combate ideológico poderá dispensar uma vigilância crítica das versões da história que se encontram em circulação. (...) Os que se apoderam da escrita da história conseguem manusear a maior parte dos conceitos e das classificações, ditando, por conseguinte, as atitudes bem ou mal aceites. Definem o que é progresso e o que é estagnação, o que é ousado e o que é conformista, o que é igualitário e o que é discriminatório, o que está aberto ou fechado aos valores da sociedade moderna. Conceitos ligados a vagas imagens históricas, mais do que a rigorosas definições sociais, transformam-se, quando manipulados por mãos hábeis, em potentes instrumentos de coacção dos comportamentos. (...)




Carlos Bobone

3 comentários:

  1. Balhelhas economista vesgo4 de fevereiro de 2013 às 18:21

    Como é qoe o HR não foi para secretário de estado?!

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  2. Pelos vistos não percebeu o texto!.....ou "percebeu-á-sua-maneira".

    O autor do livro não alinha com "os-cara-de-bacalhau-á-banda" que pululam por aí desde o tempo dos "gloriosos" que constam na capa do Livro!

    Alexandre

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  3. Uma pergunta balhelhas, mesmo. Esqueceu-se de tomar o comprimido, não foi?

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