(...) Nenhum combate ideológico poderá dispensar uma vigilância crítica das versões da história que se encontram em circulação. (...) Os que se apoderam da escrita da história conseguem manusear a maior parte dos conceitos e das classificações, ditando, por conseguinte, as atitudes bem ou mal aceites. Definem o que é progresso e o que é estagnação, o que é ousado e o que é conformista, o que é igualitário e o que é discriminatório, o que está aberto ou fechado aos valores da sociedade moderna. Conceitos ligados a vagas imagens históricas, mais do que a rigorosas definições sociais, transformam-se, quando manipulados por mãos hábeis, em potentes instrumentos de coacção dos comportamentos. (...)
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Como é qoe o HR não foi para secretário de estado?!
ResponderEliminarPelos vistos não percebeu o texto!.....ou "percebeu-á-sua-maneira".
ResponderEliminarO autor do livro não alinha com "os-cara-de-bacalhau-á-banda" que pululam por aí desde o tempo dos "gloriosos" que constam na capa do Livro!
Alexandre
Uma pergunta balhelhas, mesmo. Esqueceu-se de tomar o comprimido, não foi?
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