Old man - Neil Young
Esta canção faz parte do álbum Harvest de Neil Young publicado em 1972, o primeiro e um dos seus mais brilhantes álbuns a solo. Esta canção, Old man, foi escrita quando o jovem autor se tornara num hippie rico, por conta dos sucessos com os Crosby, Stills & Nash e com os Buffalo Springfield. O velho referido no tema trata-se de Louis, o caseiro do rancho onde Young ainda hoje vive. Conta o cantor que no reconhecimento da propriedade acabada de adquirir, feita num velho jeep azul de Louis, quando chegaram ao topo do monte onde havia um lago para irrigação dos pastos o velhote perguntou-lhe como era possível alguém tão novo comprar uma propriedade assim, ao que o trovador retorquiu que se tratara de sorte, apenas sorte. O campónio pasmado disse-lhe que essa era a coisa mais estranha que alguma vez ouvira. E tinha razão para duvidar: foi possível por causa do seu raro talento, digo eu.
Senhor João Távora, espero que continue com esta sua iniciativa pois é bastante interessante. A musica popular é sem duvida cada vez mais manipulada por "think tanks", que definem os padrões da moda e fabricam os êxitos sucessivos assim como os ídolos que as divulgam, é apenas mais uma industria que maximiza as formulas de sucesso e aposta em valores seguros de rápida e fácil renovação, dito isto e apesar de saber as linhas com que se cose o mercado musical internacional, agradeço-lhe os agradáveis momentos proporcionados por músicos e bandas, que mesmo inseridos nesse carrossel conseguiram criar pequenas pérolas, que irão perdurar enquanto as nossas memórias existirem, Neil Young é sem sombra de duvida um deles.
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ResponderEliminarPor falar em pérolas que tal os LPs - Everybody Knows this is Nowhere, After the Goldrush e On the Beach ? Isto basta para fazer do Neil um génio. Young só no nome !
APC,
ResponderEliminarYoung.... no nome e no espirito....
E muitos outros discos caro APC... Harvest, Comes a Time, Rust Never Sleeps, Chrome Dream II, etc, etc,
ResponderEliminarO Neil Young é um génio entre outros num universo tão eclético como o da música. E estes interlúdios musicais neste blogue começam a ser interessantes e uma lufada de outros ares.
ResponderEliminarO que este álbum me fez lembrar!
http://www.youtube.com/watch?v=ADUC4l6t3Bk
Quanto aos Crosby,Stills& Nash ainda mexem e vocalizam bem.
Aqui na boa companhia do Gilmour.
http://www.youtube.com/watch?v=ADUC4l6t3Bk
http://www.youtube.com/watch?v=jsmC1zrpwfQ
ResponderEliminarIsto deve ser da hora, saiu-me tudo ao contrário.
ResponderEliminarhttp:/ www.youtube.com /watch?v=A4e1CUW5iAM
ResponderEliminarSim, Joao Távora, mas se permite uma singela opinião aqueles três citados - são os incontornáveis. Nos meus 57 anos, tenho ainda esses discos na edição original americana e ainda os ouço em vinil como no tempo em que eu próprio fui YOUNG. Acrescentaria talvez o Rust Never Sleeps e um dos albuns mais amados pelos americanos - Tonight´s the night.
Sim, é verdade caro anónimo - Young no nome e ainda mais no espírito.
Long Live NEIL YOUNG