Tenho para mim que, tirando o muito trabalho preventivo que fica por fazer todos os anos nas matas e florestas nacionais onde o proprietário Estado é o primeiro incumpridor, com as altas temperaturas verificadas pouco mais há a fazer para evitar os incêndios, sejam eles de origem natural ou criminosa. Mas, perante a tragédia que grassa de norte a sul do país em chamas, incomodam-me particularmente os auto-elogios e justificações do ministro Rui Pereira que ouvi hoje na televisão, principalmente porque me lembram como a tragédia de 2003 e toda algazarra e aproveitamento político feito então pelos socialistas. Depois dos muitos milhões de euros gastos em “programas” e quatro Verões amenos e até chuvosos em que as estatísticas dos incêndios foram exibidas como propaganda do governo, aí está de novo o implacável calor a trazer à ribalta mediática o degradante espectáculo que é este país a arder.
Os incêndios têm o condão de nos mostrar um país que não aparece nas tv's no resto do ano, a não ser esporadicamente e quase sempre por casos de polícia (GNR, na circunstância).
ResponderEliminarUm Portugal rural, onde há idosos ou emigrantes de férias, abandonado, pobre, com maus acessos, onde o Sócrates (como os que o antecederam) se postam defronte dos microfones.
E um ministro orgulhar-se por este ano não ser tão mau como o pior só mesmo à vassourada.
ResponderEliminarNo Estado Novo as matas não eram limpas.
No Estado Novo os descuidos geradores de incendios eram regulares.
No Estado Novo as temperaturas foram muito elevadas em certos anos.
NO ENTANTO, práticamente não havia incêndios.
LOGO, 75% incêndios em Portugal são de origem criminosa. É preciso explicar isto ao Ministro com mais detalhe ?
Não é tão simples como isso.
ResponderEliminarNo Estado Novo a percentagem da população que vivia em meio rural era incomparavelmente superior e a floresta era usada para muitos fins, coisa que hoje não acontece.
Por exemplo, quem hoje usa lenha para se aquecer ou cozinhar?
ResponderEliminar... onde o Sócrates (...) NÃO SE POSTA...
ResponderEliminarpois , como diz Vassoura , com a desertificação acelerada do interior , que este governo até promove ao fechar serviços , de certeza que a situação será sempre a piorar. não vai estar lá ninguém que trate das florestas , não é?
Por acaso até gostei de ouvir o sr. ministro a dizer que o CP (que ele fez) pune de forma suficiente os incendiários...
ResponderEliminarCaro Réspublica , esse comentário vindo desse senhor não é para levar em linha de conta, pois além de falso é de uma hipocrisia atroz, aliás este ministro é uma das figuras mais tenebrosas e perigosas que existe no governo. Já ouvi de pessoas que estão nos serviços de informação civis e militares, as piores definições desse individuo tanto no plano moral como ético, aliás consta que tem dossieres bastante recheados de informação, sobre muita gente incluindo os seus colegas de governo.
ResponderEliminarÉ a diferença entre ter boa imprensa e não ter, aqui se vê como o poder rosa com base na irmandade maçónica e nos apparatchicks assalariados controla a informação. Se esta desgraça que infelizmente nos assola, fosse com um governo que não fosse do PS, a esmagadora maioria da imprensa estaria a bramir a culpa do governo. O importante não é dizer a verdade doa a quem doer, pois hoje em dia a ética jornalística limita-se a não morder a mão que lhes dá de comer.
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ResponderEliminarCdavez gosto mais destes gajos. Ainda bem que foi autorizado o casamento entre pessoas de diferentes sexos opinativos!!! Os mono e os hetero.
Deve ser da noite, quente, escaldante, que esturriquei os neurónios- Cara Luísa Correia, a menina contagiou-me. Não percebo nada do que se discute aqui, maxime, o último comentário....algum jurista de serviço...?
ResponderEliminarAinda me lembro quando a comissão de revisão foi criada ninguém sabia quem era o mestre que a presidia...
ResponderEliminarEste "académico", para lá da sua visceral incompetência, permanente irritação quando as perguntas não lhe são favoráveis, mentiroso q.b.,tem um problema:
ResponderEliminarÉ FEIO.
E por muito que queira fazer passar a sua mensagem, aquela cara não ajuda nada.
Se dermos uma rápida vista de olhos naquilo que Ribeiro Telles anda a escrever e a dizer há uns quarenta e tal anos, compreenderemos facilmente o que se está a passar: desertificação, monocultura florestal para a indústria, ocupação dos solos agrícolas agora destinados ao imobiliário, falta de coordenação inter-regional, sistema político centralizado nas sedes partidárias, etc. Nada de especial. Continuem a plantar mais uns milhões de pinheiros e de eucaliptos. Bombeiro é uma profissão com futuro.
ResponderEliminarMuita feio mesmo. Este podia ser abrangido pela lei dos «iguais». Será que já pôs a raça humana em causa? Dali só vem coisa feia.
ResponderEliminarEste Nuno Castelo - Branco! Um primor! Um primor!
ResponderEliminarCada «boca». Cada tiro cada melro.
E mais... a pastorícia abundava e limpava as matas...
ResponderEliminarFogos davam-se e nem eram registados...
Não havia nem podia haver tantos descuidos porque não havia tanta gente "disponível" para fazer campismos e passeios, assadas, beatas, vidros perdidos etc... não olvidando sermos muito menos população...
E a própria composição da mata era diferente... mais biológica.
A ganância das celulosas, dos meios aéreos e outros que tais lucrantes também têm quota parte...
Aliado à incúria total dos governantes situacionistas.... SIM 75% são de origem criminosa (negligência...) ainda que não sejam "fogo-posto".
ResponderEliminarJoão,
Caro Henrique: vou dar uma vista d'olhos no Ambio. Grato pela visita!
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