Parece-me sinistra a veleidade socialista de suprimir os chumbos, que na senda dum igualitarismo ilusório, descredibiliza de vez o ensino e a diferenciação pelo mérito. É deplorável como esta canalha dos direitos adquiridos que anda há anos a consumir a seu bel-prazer a riqueza das gerações futuras, pretenda agora penhorar a esperança dos que acreditam na instrução e no esforço como forma de mudar alguma coisa num difícil destino.
Esta é a formula que garante ao proeminente Estado a alçada dos tachos para distribuir à seita do costume, que por estatuto ou favor estará na linha da frente para uma boa cunha e um bom poleiro. Os outros, mais ou menos impreparados, terão todos fartas e inúteis habilitações académicas.
Hum...está visto que a Senhora Ministra não usa a mesma pasta de dentes que o Sr. Primeiro Mentiroso e seu amigo Chavez. O PGR, ainda não vi a dentuça dele....
ResponderEliminarMas...é tudo tão feliz no PS. será que somos nós, os críticos, os pessimistas, os revoltados, os maldizentos, que estamos errados? Eu também queria rir assim ...e ter um mestrado de uma semana feito em ...Chicago...bem mais eficaz que Bolonha.
Estou a pensar, se HOJE os politícos que temos são como são....como serão os próximos, os que vão aparecer daqui a dez anos????
ResponderEliminarQue Instrução?
Que Cultura?
Que Princípios?
Que Prioridades?
Que Educação?
Quais os Ideais?????????????????
Não é de agora esse baluarte...
ResponderEliminar"Os chumbos não beneficiam nada" então suprime-se por decreto. Problema resolvido.
Temos que evitar que os alunos chumbem incuntido-lhes a educação necessária para apreender os programas do ano lectivo.
Um aluno que não aprenda nada num ano, passa para o seguinte porque sim, não beneficia nada em ser acompanhado no ano seguinte quando a matéria que ficou por aprender foi outra...
Uma coisa é certa... As editoras escolares, como a de Isabel Alçada vivem da Escola Pública e sentem vantagens económicas na ausência do chumbo, já que o chumbo do aluno X equivale a um ano sem livros comprados para aluno X...
Estranho que tanto socialista e restante esquerda não fale em sistema nacional de manuais escolares económicos e prefira no invés... subsidiar os custos exorbitantes e escolher editoras consoante privilégios...
E a capital do Reino é Helsínquia. Há uns bons anos (6/7) tive uma aluna ( 20/20/20) que tinha sido emigrante na Finlândia. Quando lhe perguntava das diferenças para o ensino nacional, a Nora: sorria, sorria...somente.
ResponderEliminarOk...ok...mas olhe que a Finlândia não é lá muito bem vista por aquelas bandas...um poco como os belgas em relação aos franceses....
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ResponderEliminarPassando à frente do Ensino Privado, hoje certamente de dificil acesso, que pena os portugueses não se darem com o cooperativismo.
Uma cooperativa de ensino nas mãos dos pais que se preocupam com os filhos seria um instrumento precioso.
Infelizmente, o cooperativismo em Portugal oscilou sempre entre a Reforma Agrária de tristissima memória e as nada edificantes Modernaças.
Por isso, continuemos com o massificado e os desmandos ministeriais.
João Távora e restantes comentadores,
ResponderEliminarNuma época em que tinhamos chumbos, quadros de honra, etc, eramos o povo mais inculto e mais analfabeto da Europa. Tanto eramos burros, que ainda há quem, dessa geração, pense que é sinal de grande inteligência ter decorado a primeira estrofe dos Lusiadas, como um papagaio. De resto, eramos últimos em tudo na Europa, incluindo hábitos de leitura e, acima de tudo, na ciência. Pois é, os mais velhos que se honram de saber a tabuada de cor, quase nada contribuiram para um átomo que fosse de descobertas científicas no mundo.
Vocês desculpem-me, mas não é tal geração que nos vai agora dar lições do que quer que seja em termos de educação.
Com a mentalidade tuga, se o pessoal não for OBRIGADO a estudar, é evidente que irá fazê-lo cada vez menos.
ResponderEliminarMas a ministra, coitada, julga que isto é a Finlândia.
O ensino privado também deixa muito a desejar, basta lembrar as Universidades, que a D. Manuela Ferreira Leite e o Dr Cavaco, tão diligentemente deixaram surgir como ervas daninhas, e os resultados que essa permissividade teve.
ResponderEliminarUma avaliação continua, ao longo do ano lectivo, é muito mais eficaz, do que um exame, que raramente prova , que o aluno estava realmente bem preparado.
Basta um bom aluno, estar muito nervoso, e ter várias brancas, situação muito normal, para que um ano de esforço, caia inglóriamente por terra.
Agora essa avaliação continua exige rigõr e meios, e les não existem.
Se a outra ministra não dizia coisa com coisa, esta não diz nada, na entrevista à SIC consegue dizer isso mesmo, absolutamente nada "temos que encontrar uma solução" "tem que haver um gradualismo" quando lhe perguntam como vai fazer a resposta é "apostar nas metas para os alunos irem o mais longe possível"
ResponderEliminar- Pode o professor dar negativa : "naturalmente" diz a ministra
- e depois : "o professor tem de investir em soluções diversificadas e a escola tem de arranjar processo de o aluno atingis as metas" !!!!!!!
No fim diz "o facilitismo não leva a nada" Fonix ! Parece um sketch dos gatos fedorentos !
Tudo claro, se passa passa, se tira negativa há que arranjar processos para atingir as metas !!!!
Que processos ? Que metas ? E se não atingir as metas ?
- Simples, arranjam-se processos para corrigir os processos que levam a novas metas que ultrapassam as outras... Metas !!!!!!!
O Raul Solnado não diria melhor...
Para começar, devia haver exame para uma pessoa chegar a ministro.
ResponderEliminarMuitos que o são chumbavam.
Hum...esse fonix...é uma interjeição moderna, não é?
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ResponderEliminarNão reprovam por faltas, não reprovam por falta de aproveitamento, imagino que não falte muito para o aluno aos 6 anos entrar directamente para a Universidade.
Vanguardista digamos, contextualizada com o tema ensino, vucabolário "guna" se quizer.
ResponderEliminarAlçada sabe, decerto, que há países onde copiar é mal visto, infringir as leis do trânsito também, tal como fugir aos impostos, onde cumprir horários é obrigatório, etc, etc.
ResponderEliminarAlçada devia compreender que transpor para aqui, sem mais, sistemas desses países só pode dar resultados catastróficos.
Se o não compreende, deviam colocar-lhe uns pesos nos elegantes sapatos, a ver se aterra.
ResponderEliminarOh!
Percebo, não percebendo. Tudo acrescido de um outro expressionismo «vocabolário ´guna`».
Impressed, I am, indeed...
Peço imensa desculpa....não devia ter-me dirigido a si.
ResponderEliminarFui educada em colégios privados, hoje ditos de "elites".
ResponderEliminarProssegui o meu percurso e acabei a dar aulas no ensino público, por opção pessoal e com elevados critérios de exigência:
- Comigo mesma;
- Com os alunos e os seus níveis de aprendizagem e de educação;
- Com os colegas quando em funções de Direcção,
Claro e porque sou coerente, tudo isto me entristece.
Até parece uma manobra qq de apropriação de mentes, desprevenidas para pensarem!...
E isso, quando não se tem bagagem à altura, é muito fácil.
ResponderEliminarmcm,
permita-me a questão? Que ensinou?