De onde menos se espera surgem os zeladores da "boa ordem" com a sua cartilha puritana e julgamentos definitivos. Que cómodo mundo seria se os "maus" fossem sempre maus, arrumados no mesmo canto. A mudança verdadeira é uma Graça apenas ao alcance dos humildes. Uma Garça que jamais devemos rejeitar, muito menos aos outros.
Caro amigo, olhe que não é a Graça Divina que salva (ao contrário do que dizia Calvino), mas a Fé e as boas obras, por isso existe o livre arbítrio, como deria Santo Inácio de Loyola, até o maior dos pecadores pode-se arrepender dos seus pecados.
ResponderEliminarNão se trata de graça, mas de fé e boas obras...
:)
Eu cá apenas estranho que houvesse monárquicos no Simplex, mas isso é apenas um detalhe.
ResponderEliminarAqui o fariseu vai guardar religiosamente estas palavras do anjinho JT para memória futura. Veremos quem terá razão.
ResponderEliminarJá antes alguém chamou "anjinho" ao João Távora e temo que tal pode estar a acontecer. Evidentemente que qualquer pessoa pode mudar de ideias. Se isso acontecer durante um processo de maturação ou na passagem da idade jovem para a adulta é até salutar. Porém, o caso do senhor Carlos Santos parece ser de mero oportunismo. Ainda há pouco disparava contra tudo e todos com manifesto excesso de zelo - e mau gosto - na defesa do actual inquilino de Belém. Quando percebeu que não lucrou nada com isso - materialmente ou socialmente - resolveu virar o "bico ao prego". E ficou no limbo porque - até por higiene - ninguém acreditou na sinceridade da "mudança". E quando o dito senhor se preparava para definhar e atravessar o deserto foi salvo pela caridade cristã do João Távora.
ResponderEliminarQuem tem por hábito cuspir no prato em que comeu fá-lo-á na próxima oportunidade em que julgar poder lucrar. Uma acessoria, um cargo público, uma coluna mais lida, um saco de notas... E voltará a desdizer tudo o que até ali disse. Julgo que tal não acontecerá brevemente. Estamos em contra-ciclo e o «Corta-Fitas» é um local confortável - enquanto espaço de divulgação - para alguém se mostrar, alavancar novas ambições, tecer novas redes de contactos.
Não conheço todos os colaboradores do CF mas comparando os que conheço e o percurso do senhor Carlos Santos não consigo encontrar nada em comum no campo dos valores e da ética. Será um caso de estudo sobre a coabitação, na mesma casa, entre vertebrados e invertebrados.
Um dia (provavelmente daqui a alguns anos) voltarei aqui para pedir desculpa a todos pela injustiça destas palavras ou para sorrir da vossa ingenuidade.