Hoje em dia a coragem não está do lado do ex-sacerdote que perora contra a hierarquia, do casal homossexual a reclamar um Trifório exclusivo na catedral, da mulher que protesta o seu direito ao sacerdócio: bater na Igreja constitui uma auto-estrada para a fama e glória na rádio televisão ou jornais. Com um pouco de sorte alcançam um tacho sem concurso público ou uma promissora carreira de artista subsidiado.
Heróico, heróico, por estes dias é afirmar a castidade contra o consumo, o amor contra o hedonismo, perseverança contra o instinto, a "religação" contra o relativismo. Depois é resistir à chuva de pedras e escarros dos zelotas do pensamento único. É tempo de retornamos às catacumbas.
A Igreja preservará para todo o sempre nas Terras de Portugal. Amen. BR>
ResponderEliminarSenhor João Tavora, entre nós este fenómeno desde o século XIX é recorrente, mas de cada vez a Igreja surge reforçada e activa, temos apenas a desdita de assistir em directo a mais um assalto.
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ResponderEliminarTão bem dito!