Para lá dos viciados julgamentos mundanos de que nós os católicos somos hoje vitimas, o facto é que se Jesus Cristo teve um traidor entre os seus doze apóstolos. Como não haveria a Igreja de os ter multiplicados no Século XXI?
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
"viciados julgamentos mundanos"
ResponderEliminarhttp://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=0E2142A8-3268-47B5-BA1B-8D099B8338AF&channelID=00000021-0000-0000-0000-000000000021
coitadinho do crocodilo...
Vitimas?
ResponderEliminarJudas poderá ter traído Jesus Cristo, mas não consta que tenha andado a molestar criancinhas enquanto o ajudava a espalhar a palavra. E tenho a certeza que se o fizesse, ou se ousasse sequer em pensar fazê-lo, Jesus Cristo tê-lo-ia denunciado às autoridades romanas.
Vtimização à la carte, estimado Távora.
ResponderEliminarEu já ando ultimamente pouco católico e então agora vou apenas seguir a minha consciência e a mensagem de Cristo que de certeza não se revia nesta padralhada que se refugia no seu estatuto.
Cumps
ResponderEliminarAs religiões são assim.
Há sempre um traidor que serve para justificar a porcaria que fazem.
Respondendo às provocações: um padre pedófilo é um ignóbil traidor a Cristo, um abjecto criminoso seja ele espanhol, alemão ou português. Quanto aos "julgamentos mundanos" refiro-me às insidiosas extrapolações e generalizações assassinas que prosseguem uma clara agenda anti clerical.
ResponderEliminarObviamente que há um surto de anticlericalismo.
ResponderEliminarMas porque chama traidor a Judas? (estou a falar a sério, não é nenhuma provocação). Se Judas não tivesse "traido", Jesus não teria sido crucificado? Não haveria Cristianismo? Será então o Cristianismo fruto de uma traição? E porquê a necessidade da traição? Será que Jesus não era conhecido? Será que falava às escondidas, na clandestinidade, como hoje se diz?
Generalizações? Pois... campanhas negras, como diz o outro, não é?
ResponderEliminarNas etiquetas do post o João escreveu: Igreja e Pedofilia. Nada mais! Pode assim falar de "extrapolações e generalizações assassinas" e de "agendas anti-clericais".
Como se quem "ataca a Igreja" por causa dos casos de pedofilia que têm vindo a público não soubesse que este é um problema transverssal na sociedade.
Se o João tivesse acrescentado nas etiquetas do post: Mentiras, Proteccionismo e Encubrimento, então a discussão podia centrar-se no verdadeiro problema que precisa de resolução.
Ao tentar manter a discussão no falso problema das generalizações, a Igreja Católica apenas transmite a ideia de que, quando pede desculpas, está a fazê-lo não por arrependimento dos seus actos, mas por vergonha de se ter deixado agarrar!
Um abraço
Tempos dificeis, caro João:
ResponderEliminarOnde acaba a realidade do que aconteceu e começa o escandalo dos jornais que querem vender papel.
Aconteceram coisas imperdoáveis dentro da Igreja, no capítulo da pedofilia. Isso é certo. Mas quantos não estarão verdadeiramente interessados em atacar sobretudo a hierarquia? E só isso?
Um padre pedófilo é um «pratinho» muito mais vendável que um C. Cruz qualquer. Então se o Bispo sabia e não falou...
São tempos de investigar, impedir a especulação, afirmar o rigor da verdade e manter a união dentro da Igreja.
Serão também tempos de a Igreja estudar e repensar algumas suas regras menos adequadas aos nossos dias...
Ega,
ResponderEliminarA Igreja tem que se actualizar e nós católicos temos que manter a fé.
Pedofilia é que é uma coisa horrível, mas não é uma coisa da Igreja, nem de gente de Deus. É uma coisa dos homens, que acontece em muitos sítios. E, infelizmente também de alguns homens que se diziam de Deus. Quanto ao caso Casa Pia e já que falou nele é uma vergonha.
Cumprimentos,
Marquesa de Carabás