terça-feira, 6 de abril de 2010

Lições duma Páscoa que vivemos

 


Para lá dos viciados julgamentos mundanos de que nós os católicos somos hoje vitimas, o facto é que se Jesus Cristo teve um traidor entre os seus doze apóstolos. Como não haveria a Igreja de os ter multiplicados no Século XXI?

9 comentários:

  1. Vitimas?
    Judas poderá ter traído Jesus Cristo, mas não consta que tenha andado a molestar criancinhas enquanto o ajudava a espalhar a palavra. E tenho a certeza que se o fizesse, ou se ousasse sequer em pensar fazê-lo, Jesus Cristo tê-lo-ia denunciado às autoridades romanas.

    ResponderEliminar
  2. ando pouco católico6 de abril de 2010 às 14:31

    Vtimização à la carte, estimado Távora.
    Eu já ando ultimamente pouco católico e então agora vou apenas seguir a minha consciência e a mensagem de Cristo que de certeza não se revia nesta padralhada que se refugia no seu estatuto.

    Cumps

    ResponderEliminar

  3. As religiões são assim.
    Há sempre um traidor que serve para justificar a porcaria que fazem.

    ResponderEliminar
  4. Respondendo às provocações: um padre pedófilo é um ignóbil traidor a Cristo, um abjecto criminoso seja ele espanhol, alemão ou português. Quanto aos "julgamentos mundanos" refiro-me às insidiosas  extrapolações e generalizações assassinas que prosseguem uma clara agenda anti clerical. 

    ResponderEliminar
  5. Obviamente que há um surto de anticlericalismo.

    Mas porque chama traidor a Judas? (estou a falar a sério, não é nenhuma provocação). Se Judas não tivesse "traido", Jesus não teria sido crucificado? Não haveria Cristianismo? Será então o Cristianismo fruto de uma traição? E porquê a necessidade da traição? Será que Jesus não era conhecido? Será que falava às escondidas, na clandestinidade, como hoje se diz?

    ResponderEliminar
  6. Generalizações? Pois... campanhas negras, como diz o outro, não é?

    Nas etiquetas do post o João escreveu: Igreja e Pedofilia. Nada mais! Pode assim falar de "extrapolações e generalizações assassinas" e de "agendas anti-clericais".
    Como se quem "ataca a Igreja" por causa dos casos de pedofilia que têm vindo a público não soubesse que este é um problema transverssal na sociedade. 

    Se o João tivesse acrescentado nas etiquetas do post: Mentiras, Proteccionismo Encubrimento, então a discussão podia centrar-se no verdadeiro problema que precisa de resolução.

    Ao tentar manter a discussão no falso problema das generalizações, a Igreja Católica apenas transmite a ideia de que, quando pede desculpas, está a fazê-lo não por  arrependimento dos seus actos, mas por vergonha de se ter deixado agarrar!

    Um abraço

    ResponderEliminar
  7. Tempos dificeis, caro João:

    Onde acaba a realidade do que aconteceu e começa o escandalo dos jornais que querem vender papel.

    Aconteceram coisas imperdoáveis dentro da Igreja, no capítulo da pedofilia. Isso é certo. Mas quantos não estarão verdadeiramente interessados em atacar sobretudo a hierarquia? E só isso?

    Um padre pedófilo é um «pratinho» muito mais vendável que um C. Cruz qualquer. Então se o Bispo sabia e não falou...

    São tempos de investigar, impedir a especulação, afirmar o rigor da verdade e manter a união dentro da Igreja.

    Serão também tempos de a Igreja estudar e repensar algumas suas regras menos adequadas aos nossos dias...

    ResponderEliminar
  8. Marquesa de Carabás6 de abril de 2010 às 22:30

    Ega,

    A Igreja tem que se actualizar e nós católicos temos que manter a fé.
    Pedofilia é que é uma coisa horrível, mas não é uma coisa da Igreja, nem de gente de Deus. É uma coisa dos homens, que acontece em muitos sítios. E, infelizmente também de alguns homens que se diziam de Deus. Quanto ao caso Casa Pia e já que falou nele é uma vergonha.


    Cumprimentos,


    Marquesa de Carabás


     

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...