quarta-feira, 24 de março de 2010

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A Igreja Católica não é sinónimo de pedofilia. Aproveitar a maldade de uns quantos padres para denegrir a Igreja e a fé de milhões de pessoas é uma demonstração de desonestidade intelectual. Quando um professor é acusado de pedofilia, alguém se lembra de colocar em causa a profissão de "professor"? Perante um professor pedófilo, alguém se lembra de colocar em causa a ideia de "escola pública"? Claro que não. Ora, por que razão essas generalizações abusivas só acontecem quando falamos da Igreja?


 


Henrique Raposo

4 comentários:

  1. O  problema não é a igreja Católica. O grande problema são os responsaveis pela igreja católica; os  que sabiam e calaram os que colaboraram  e se tornaram co-responsaveis; os que por exemplo ajudaram a fugir para o Brasil o padre frederico Julgado e Condenado em Portugal e que se dava ao luxo de continuar a celebrar missas e pelos vistos  continua a celebra-las do lado de lá do Atlantico. 

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  2. Bate-se mais quando é a Igreja precisamente seria aí que tal nunca, NUNCA - reitero -, deveria ocorrer.

    A continuada proclamação urbi et orbi do "bem", na "acção" e nas "cabeças", de que a mesma se pretende ser exemplo e farol não se compadece com estes vis actos praticados sobre os mais puros e confiantes dos seres, as crianças.

    Praticados tais actos por quem usa as vestes da Igreja tornam-se os mesmos particularmente insidiosos, por inesperados e traiçoeiros.

    Parece-me evidente que é por isso que devem ser mais severa e firmemente denunciados e perseguidos tais actos, quando praticados a coberto da Igreja.

    Se se quiser dizer assim, está em causa por parte da Igreja uma agravada responsabilidade in eligendo e in vigiando e, sendo menos benévolo, muitas vezes esteve em causa, a acrescer a tal má escolha e acompanhamento crítico de quem representa a Igreja, a intencionalíssima e consciente vontade de esconder, de ocultar, de tapar, de, em suma, deixar de fazer aquilo que era devido.     

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  3. Concordo com quase tudo o que diz o José Manuel Vicente, excepto no que diz respeito à "motivação" por que "se bate mais na Igreja". Não sejamos ingénuos. 
    Cordeais cumprimentos

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  4. Quanto ao Henrique Raposo, (sendo eu leitora do Expresso desde sempre) dantes lia-o com alguma atenção, depois passei a lê-lo de forma enviesada e cheia de reticências, agora simplesmente não o leio-o .

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