terça-feira, 15 de setembro de 2009

Do provincianismo

Na velha capital do império, porto de abrigo e porta de esperança de tantos imigrados das miseráveis províncias, o epíteto “provinciano” sempre funcionou como eficaz rotulo para a exclusão. Sempre existiu uma Lisboa deslumbrada, presunçosa e segregacionista.


É neste sentido que apelidar alguém provinciano, significa muito mais do que contestar o seu cosmopolitismo ou a sua proveniência geográfica: significa a velha tentação de pretensas elites de colocar o interlocutor “no seu lugar”, que é menor. Uma atitude chauvinista, uma linguagem preconceituosa e arrogante, típica duma esquerda engajada e burguesa. São eles que mandam, é aquilo que temos.


 


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3 comentários:

  1. "Neste debate, as inconsistências e as omissões, o pensamento algo provinciano, com a questão de Espanha, ficaram a nu".

    Filipa Martins, perigosa esquerdista burguesa e engasgada, perdão, engajada

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  2. Portugal perde mais fundos europeus do que a Espanha, caso decida cancelar ou suspender a construção da rede alta velocidade.

    A possibilidade de as decisões portuguesas poderem estar a ser condicionadas pelas opções espanholas, um argumento introduzido por Manuela Ferreira Leite no debate de sábado com José Sócrates, esbarra nesta certeza e ainda numa outra: em termos de fundos europeus, Portugal apenas pode influenciar o financiamento das ligações transfronteiriças. Que representam uma pequena parcela dos enormes recursos financeiros que as redes do TGV em Portugal e Espanha vão consumir.

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  3. Não queremdo aplaudir JS, convenhamos que a distinta Professora Doutora tb não fica melhor na fotografia:
    "O primeiro-ministro quer tomar conta da crianças de cada um”

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