segunda-feira, 21 de maio de 2007
Um decisivo equívoco dos nossos tempos
(...) o ‘politicamente correcto’ não só funciona como censura mas também como um meio de transformar a realidade. Chamar as coisas pelos nomes é o primeiro requisito de qualquer discussão séria. Distinguir a realidade da fantasia é a primeira condição para qualquer análise política verdadeira. A ler tudo, no Insurgente por Patricia Lança.
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Obrigadinho, mas essa tal de Lança é uma que garante que, no tempo do Salazar, Portugal era um país tão democrático como a França ou o Reino Unido.
ResponderEliminarMas deixou de ser Avense e não sonhou nada de jeito este FDS...
ResponderEliminarHoje quando se quer desvalorizar qualquer opinião nada como chamar-lhe "politicamente correcta" e confunde-se chamar as coisas pelos nomes com ver o mundo a preto e branco. Qualquer sugestão de nuance é "politicamente correcta"...
ResponderEliminarEstou dacordo coa Lança! Abaixo o politicamente correcto! Gosto de chamar os bois pelo nome: porquê "invisual" e não "cegueta"? Porquê "de cor" e não "escarumba"? Ou "estrábico" e não "vesgo"? Ai ganda ba-Lança!
ResponderEliminarstone