sábado, 7 de março de 2026

Na hora do adeus

Chegada a hora da sua despedida, quando entre os jornalistas, comentadores e nas redes sociais toda a sorte de gente se aplica a atirar ovos podres e a vituperar Marcelo Rebelo de Sousa, gostava se salientar uma das suas qualidades que desconfio virei a ter saudades: Marcelo e a sua Casa Civil durante o seu mandato sempre tratou a Família Real Portuguesa, em especial os Duques de Bragança, com elevado respeito pessoal e institucional, nos (não poucos) eventos de Estado em que se justificou a sua presença como representantes dos reis de Portugal. Nisso Marcelo teve grandeza.


Veremos o que se segue.

8 comentários:

  1. Sampaio tratava-o por Duarte ao contrário dos outros PR

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  2. 2005 em Roma D. Duarte confirmou-o na minha presença 

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  3. A este respeito só tenho a dizer que gostava de ver a Casa Real melhor tratada e os seus Representantes mais visíveis nas Cerimónias e Protocolos de Estado em que tal se justifique.


    Mesmo que a Esquerda não goste, creio que ainda são uma Reserva da Nação 


    Aliás vai sendo tempo de a Esquerda (Extrema-esquerda que é a que conta para a Comunicação Social) deixar-se da ideia de ser a consciência da Pátria e resumir-se á insignificância da sua expressão eleitoral, quase nula.

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  4. E se tratava?
    Sr Duarte? Dr Duarte?
    Também gostaria de ser tratado por Sua Alteza Real, mas não se aplica...

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  5. Terá saudades certamente. Não deve esperar convites à Familia Real deste novo PR, mesmo em situações protocolares que o exijam, pois ia provocar discussão conjugal pela certa :)  Saberá, com certeza, que houve familiares que lutaram aguerridamente pelo derrube da Monarquia e empenharam-se a "cozinhar" a instauração da  república. Usando um avental, claro.

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  6. Pelo que me toca, nem com uma arma apontada á cabeça, aceitaria um lugar com aquela Responsabilidade.




    Depois não há feriados, nem dias de descanso, nem fins de semana, nem dia de Natal, etc.


    A pessoa em questão tem de estar sempre pronta, aperaltada para a ocasião, com o ar fresco de uma alface e bem disposta e sorridente, a qualquer hora do dia, ou da noite.


    Parece-me extenuante, cheira a trabalhos forçados e sem dúvida tem um ar árido, fatalista e sombrio.


    Não era para mim (1).








    (1) - Felizmente para a Nação 

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