Chegada a hora da sua despedida, quando entre os jornalistas, comentadores e nas redes sociais toda a sorte de gente se aplica a atirar ovos podres e a vituperar Marcelo Rebelo de Sousa, gostava se salientar uma das suas qualidades que desconfio virei a ter saudades: Marcelo e a sua Casa Civil durante o seu mandato sempre tratou a Família Real Portuguesa, em especial os Duques de Bragança, com elevado respeito pessoal e institucional, nos (não poucos) eventos de Estado em que se justificou a sua presença como representantes dos reis de Portugal. Nisso Marcelo teve grandeza.
Veremos o que se segue.
Sampaio tratava-o por Duarte ao contrário dos outros PR
ResponderEliminarIsso não é verdade
ResponderEliminar2005 em Roma D. Duarte confirmou-o na minha presença
ResponderEliminarA este respeito só tenho a dizer que gostava de ver a Casa Real melhor tratada e os seus Representantes mais visíveis nas Cerimónias e Protocolos de Estado em que tal se justifique.
ResponderEliminarMesmo que a Esquerda não goste, creio que ainda são uma Reserva da Nação
Aliás vai sendo tempo de a Esquerda (Extrema-esquerda que é a que conta para a Comunicação Social) deixar-se da ideia de ser a consciência da Pátria e resumir-se á insignificância da sua expressão eleitoral, quase nula.
Eu também gostava disso
ResponderEliminarE se tratava?
ResponderEliminarSr Duarte? Dr Duarte?
Também gostaria de ser tratado por Sua Alteza Real, mas não se aplica...
Terá saudades certamente. Não deve esperar convites à Familia Real deste novo PR, mesmo em situações protocolares que o exijam, pois ia provocar discussão conjugal pela certa :) Saberá, com certeza, que houve familiares que lutaram aguerridamente pelo derrube da Monarquia e empenharam-se a "cozinhar" a instauração da república. Usando um avental, claro.
ResponderEliminarPelo que me toca, nem com uma arma apontada á cabeça, aceitaria um lugar com aquela Responsabilidade.
ResponderEliminarDepois não há feriados, nem dias de descanso, nem fins de semana, nem dia de Natal, etc.
A pessoa em questão tem de estar sempre pronta, aperaltada para a ocasião, com o ar fresco de uma alface e bem disposta e sorridente, a qualquer hora do dia, ou da noite.
Parece-me extenuante, cheira a trabalhos forçados e sem dúvida tem um ar árido, fatalista e sombrio.
Não era para mim (1).
(1) - Felizmente para a Nação