Fiz um comentário pequeno dizendo que, para mim, o melhor candidato destas eleições, do ponto de vista estritamente pessoal, era António Filipe, um homem culto, institucionalista, com boas maneiras, afável e claro no que pretende ao mesmo tempo, sério, decente e por aí.
Mas não me passa pela cabeça votar em António Filipe porque embora goste do pecador, renuncio ao pecado, para usar a linguagem habitual da cultura cristã.
Aliás, Paulo Raimundo encarrega-se de explicar por que razão António Filipe não é uma hipótese para Presidente, ao deixar claro que António Filipe não pretende presidir ao país, deixando governar quem ganhar as eleições legislativas, seja quem for: : "A força, a coragem e a clareza desta candidatura de esquerda, sim, de esquerda, assumidamente de esquerda, sem rodeios, sem refúgios, sem disfarces e, acima de tudo, sem nenhum compromisso com a política de direita. Zero de compromissos com a política de direita".
A polarização - que está longe de ser um fenómeno moderno, dizer que a sociedade hoje está actualmente polarizada como nunca esteve, quando noutras alturas houve mesmo guerras civis que estão muito longe de qualquer horizonte razoável, por mais que a esquerda pretenda correr o risco de ir por esse caminho com a permanente desqualificação pessoal dos seus adversários ideológicos - é isto, a falta de distinção entre o pecador e o pecado.
Talvez seja mesmo a minha oposição a essa visão do mundo que transforma todos os adversários em inimigos que me afasta de qualquer interesse nas propostas políticas do Chega, mesmo sendo algumas, como são, perfeitamente razoáveis.
o que falta ao Pcp são as garras do passado em que destruiu indústrias, agricultura, Pessoas, com total impunidade.
ResponderEliminarestamos perante ideologias que dividem para reinar. o absurdo tomou conta da política a quase todos os níveis. o Grande Irmão de Huxley tem nomes escritos em diversos alfabetos. por cá temos Monte Negro e montes de ..... às carradas. a estrumeira cada vez mais cheia.
ResponderEliminarConcordo com o hps.
Esta mania de antagonizar e etiquetar ( és um estatista, socialista, fascista) os adversários políticos destrói qualquer debate civilizado
Orwell, I presume ( sem ser "picuínhas"...).
ResponderEliminarJuromenha
O tique de antecipadamente classificar o opositor, por regra pejorativamente é medo, complexo de inferioridade, insegurança e incultura.
ResponderEliminarProvavelmente outras coisas ainda.
Não ligar é provavelmente a melhorar forma de as pessoas se convencerem que ninguém as morde, e aos poucos normalizarem a forma de estar.
A polarização está(em comparação com o passado)só mais mediatizada,por via dos média (obviamente) das redes sociais e dos activistas em todas as esferas,inclusive nos...média. Vejamos o flagrante exemplo:
ResponderEliminarAntónio Filipe é sem dúvida uma pessoa culta, um homem civilizado e não tenho dúvida que desempenharia com elevação o cargo de Presidente da República.
ResponderEliminarMas nas actuais circunstâncias da Europa, sobretudo, é minha forte convicção que o Almirante Gouveia e Melo estará muito melhor preparado para o desempenho capaz e cabal dessas Funções.
Não tenho dúvida que o Almirante Gouveia e Melon será o próximo Presidente da República Portuguesa.
Só é pena que a Campanha do Almirante Gouveia e Melo, tenha decorrido em termos tão visivelmente amadores e tão pouco profissionais.
ResponderEliminarEspanta ainda que tendo no Grupo dois elementos tão "batidos" e experientes como Rui Rio e Isaltino Morais, tal possa ter ocorrido.
Mesmo assim penso que a "mensagem" passou.
O Povo Português elegerá por larguíssima maioria, o Almirante Gouveia e Melo Presidente da República.
Este post devia ter sido bloqueado para não aceitar comentários no dia de reflexão.
ResponderEliminarA Casa Branca tem dado mais espaço, legitimamente, a media verdadeiramente isenta, como Fox News e jornalistas da verdade como Benny Johnson. Em breve a cnn activista será substituída pelo Daily Wire.
ResponderEliminarSe olhar as datas verá que "Este post " foi editado antes da entrada em vigor do "silêncio obrigatório"
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