terça-feira, 14 de outubro de 2025

Coisas das eleições que me dão conforto

Claro que ver o Chega perder 800 mil votos (mais de metade da sua votação) entre as legislativas e as autárquicas é uma coisa que dá algum gosto, mesmo sabendo que a comparação tem limitações muito grandes por serem eleições diferentes.


Ainda assim, o que verdadeiramente me dá gosto é a sensação de que a ala esquerda do PS, que tem sido dominante há muitos anos no PS, e que todos os dias conspira contra José Luís Carneiro, tal como conspirou contra António José Seguro ao ponto de, ainda hoje, ser a oposição mais feroz à candidatura de Seguro à presidência da república, ter saído manifestamente abalada pelos resultados do PS.


Não ganhou Lisboa, não ganhou Sintra, o PS aguentou-se relativamente bem à conta do número de câmaras e da paragem da hemorragia do voto de protesto contra o anterior PS, enfim, parece-me que as condições objectivas (como gostam de dizer os marxistas) para a tomada de poder pela esquerda do PS são, depois destas eleições, manifestamente menores, tal como terá menos aceitação a ideia de que é a coligação da esquerda moderada com a esquerda radical que travará a direita ("comme ils disent", cantaria o Aznavour).


A mim dá-me gosto, ao país, faz-lhe bem.

11 comentários:

  1. Gostos não se discutem. Quanto a fazer bem ao país, por enquanto é pura e mera ilusão.


    Quando na oposição o PS foi acusado de distribuir antes de produzir. De facto só se pode distribuir o que há, pelo que o conceito está correto.


    Quando chegaram ao governo esvaziaram os cofres, distribuindo a torto  e a direito. Como resultado temos um orçamento à "rasquinha" e agências internacionais (não é o Centeno), a prever deficit. Espero que não, já que estou no barco.


    Depois temos o crescimento anemico apontado ao PS, e os valores apontados pelo PSD eram de 3% ou mais, bastava reduzir os impostos, especialmente o IRC.
    O resultado é que os crescimentos ocorridos e previsto sob a gestão PSD ainda não atingiram o máximo atingido pelo PS, o IRC vai caindo e os salários continuam anémicos face à média europeia.


    A descida do IRS soube bem, mas teria preferido pagar mais através de melhor salário.


    E claro, nem vale a pena falar da anedota da saude e da rotação nos orgãos responsáveis (exceto a ministra) com o desespero de colocar os boys e girls, na sequência das "barracas" ocorridas.


    A ministra pode lançar o best seller "Como parir em 1000 situações" à semelhança das receitas do bacalhau.


    A administração interna é outra anedota, mas esta é muda.


    De relevar positivamente as medidas da imigração.

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  2. esastre dos radicais de esquerda e direita.
    «

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  3. «alguém foi atropelado sem glória por elevador»
    vai ser substituído por uma 'placa gare'.
    o PS radical continua à espreita

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  4. A derrota foi também e sobretudo da ala esquerda da Imprensa 

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  5. Cada um usa os neuronios, se os tiver, para o que quiser.


    Poesia idiota é uma opção.

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  6. Exacto, os radicais perderam, e o país vai de vento em popa.


    Deixem o Luís trabalhar, se os resultados não aparecerem, algo ou alguém deve ser responsável, nunca ele e a sua trupe.

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  7. Lá diz o Trump, como só dão fake news, o melhor é retirar a licença.

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  8. Isso é um bocado á margem mas creio ser digno de referir.


    O Presidente Trump assinou no Egipto o Plano de Paz.


    É mais um contributo positivo para uma paz próxima na região.


    Lamenta-se que ninguém da flotilha nem a menina Mortágua tenha estado presente.

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  9. Como li algures o PS precisa mais Leão e menos Leitão 

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