Claro que ver o Chega perder 800 mil votos (mais de metade da sua votação) entre as legislativas e as autárquicas é uma coisa que dá algum gosto, mesmo sabendo que a comparação tem limitações muito grandes por serem eleições diferentes.
Ainda assim, o que verdadeiramente me dá gosto é a sensação de que a ala esquerda do PS, que tem sido dominante há muitos anos no PS, e que todos os dias conspira contra José Luís Carneiro, tal como conspirou contra António José Seguro ao ponto de, ainda hoje, ser a oposição mais feroz à candidatura de Seguro à presidência da república, ter saído manifestamente abalada pelos resultados do PS.
Não ganhou Lisboa, não ganhou Sintra, o PS aguentou-se relativamente bem à conta do número de câmaras e da paragem da hemorragia do voto de protesto contra o anterior PS, enfim, parece-me que as condições objectivas (como gostam de dizer os marxistas) para a tomada de poder pela esquerda do PS são, depois destas eleições, manifestamente menores, tal como terá menos aceitação a ideia de que é a coligação da esquerda moderada com a esquerda radical que travará a direita ("comme ils disent", cantaria o Aznavour).
A mim dá-me gosto, ao país, faz-lhe bem.
Gostos não se discutem. Quanto a fazer bem ao país, por enquanto é pura e mera ilusão.
ResponderEliminarQuando na oposição o PS foi acusado de distribuir antes de produzir. De facto só se pode distribuir o que há, pelo que o conceito está correto.
Quando chegaram ao governo esvaziaram os cofres, distribuindo a torto e a direito. Como resultado temos um orçamento à "rasquinha" e agências internacionais (não é o Centeno), a prever deficit. Espero que não, já que estou no barco.
Depois temos o crescimento anemico apontado ao PS, e os valores apontados pelo PSD eram de 3% ou mais, bastava reduzir os impostos, especialmente o IRC.
O resultado é que os crescimentos ocorridos e previsto sob a gestão PSD ainda não atingiram o máximo atingido pelo PS, o IRC vai caindo e os salários continuam anémicos face à média europeia.
A descida do IRS soube bem, mas teria preferido pagar mais através de melhor salário.
E claro, nem vale a pena falar da anedota da saude e da rotação nos orgãos responsáveis (exceto a ministra) com o desespero de colocar os boys e girls, na sequência das "barracas" ocorridas.
A ministra pode lançar o best seller "Como parir em 1000 situações" à semelhança das receitas do bacalhau.
A administração interna é outra anedota, mas esta é muda.
De relevar positivamente as medidas da imigração.
esastre dos radicais de esquerda e direita.
ResponderEliminar«
«alguém foi atropelado sem glória por elevador»
ResponderEliminarvai ser substituído por uma 'placa gare'.
o PS radical continua à espreita
A derrota foi também e sobretudo da ala esquerda da Imprensa
ResponderEliminarCada um usa os neuronios, se os tiver, para o que quiser.
ResponderEliminarPoesia idiota é uma opção.
Exacto, os radicais perderam, e o país vai de vento em popa.
ResponderEliminarDeixem o Luís trabalhar, se os resultados não aparecerem, algo ou alguém deve ser responsável, nunca ele e a sua trupe.
Lá diz o Trump, como só dão fake news, o melhor é retirar a licença.
ResponderEliminardoeu muito e insulta
ResponderEliminarIsso é um bocado á margem mas creio ser digno de referir.
ResponderEliminarO Presidente Trump assinou no Egipto o Plano de Paz.
É mais um contributo positivo para uma paz próxima na região.
Lamenta-se que ninguém da flotilha nem a menina Mortágua tenha estado presente.
ResponderEliminarComo li algures o PS precisa mais Leão e menos Leitão
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