Não, não vou falar da fraude usada pelos barquinhos para fazer a sua performance política, insistindo que se tratava de uma missão humanitária quando, evidentemente, não transportavam nenhuma ajuda humanitária relevante (sim, as autoridades israelitas dizem que não encontraram ajuda humanitária relevante nos barcos, mas são as autoridades israelitas, parte interessada, portanto as suas informações devem ser ouvidas com a cautela com que se ouvem partes interessadas sobre o que quer que seja, mas a quantidade de indícios que, desde o primeiro dia, apontavam para a inexistência de ajuda humanitária relevante nos barcos é esmagadora e só a opção mediática de fingir que não os viam explica o sucesso dessa fraude nas opiniões públicas da Europa).
O que me interessa é a posição oficial dos UN experts (não traduzo para não incorrer em confusões involuntárias) que se pronunciam num site oficial das Nações Unidas sobre o plano de paz de Trump.
Estes expertos independentes, que durante os últimos dois anos lançaram (uns mais que outros) apelos lancinantes ao cessar fogo imediato, mesmo que isso significasse uma vitória tão retumbante do Hamas que nem os reféns eram obrigados a libertar, porque havia uma situação humanitária inaceitável em Gaza, de repente, ao contrário da Autoridade Palestiniana, da generalidade dos países árabes da região e de muitos outros, deixaram de ter pressa em chegar à paz em Gaza.
Porquê?
Porque os termos da paz em Gaza correspondem, de facto, à rendição do Hamas e não aos termos que estes expertos e os altos funcionários da ONU, incluindo Guterres, sempre entenderam que eram os termos aceitáveis de um cessar-fogo, isto é, a rendição de Israel e o abandono dos mecanismos que asseguram a defesa do Estado de Israel.
No caso da ONU, mesmo que vá pela sombra, será muito difícil recuperar dos danos de credibilidade que o pântano em que vive lhe causa.
Bom dia Henrique Pereira dos Santos
ResponderEliminarRespeitosamente, assino por baixo.
Bom Domingo.
Saúde e boa sorte.
António Cabral
De acordo!
ResponderEliminarE essa manobra propagandistica já terá contribuído para mais tropelias por essa Europa fora, incluindk Portugal.
Subscrevo na íntegra .
ResponderEliminarJuromenha
Significativas as respostas dadas os activistas pró-Palestina(?) nas manisfestações em que se envolvem por esse mundo fora. Na respostas misturam e usam indiferentemente os termos: "Palestina", palestinianos, Hamas, Fata, habitantes de Gaza ou margem esquerda, ..., mas todos exibem convictamente a mesma bandeira. Afinal quem querem apoiar?.
ResponderEliminarÉ que os diferentes, os vários, alvos de esse tão insólito apoio é que não se veêm, nem nunca se viram -nem historicamente nem hoje em dia- como estar no mesmo embrulho debaixo de uma mesma bandeira (inventada por um egoista egípsio criador de uma das facções "palestinianas") que por ali, "palestina", lutam entre si.
Enquanto tiverem um inimigo comum lá vai funcionando, mas nada bem.
Se o regresso a Portugal do grupo da Flotilha, fôr pago pelo Estado Português, ou seja com dinheiro dos contribuintes, o Chega passa a contar, a partir de agora, com mais um voto.
ResponderEliminardá gosto ver a enchente na praça do Município para comemorar o implante.
ResponderEliminarGaza ficava na 'Rota da seda'
ResponderEliminarDepois desta foto que fez capa na revista Times, alguém pode levar a sério este pantomineiro?
ResponderEliminarhttps://www.publico.pt/2019/06/13/p3/noticia/antonio-guterres-capa-time-salvar-planeta-batalha-vidas-1876318
Tem razão, não devia ser pago pelo Estado português, mas a conta apresentada a quem patrocinou a "tortilha" humanitária. Mas infelizmente aqueles safardanas atiraram com os tlms ao mar para fazerem desaparecer as provas dos "contactos". Por outro lado, é bom que o Estado português os traga de volta quanto antes. É que já não se aguenta esta coisa tóxica a toda a hora nas tv's.
ResponderEliminarApre!
Israel cometeu um erro: nunca devia ter impedido a passagem destes embarcadiços até Gaza. E mais: devia guiá-los para assegurar que não se perdiam no caminho.
ResponderEliminarA flotilha ganhou. A quantidade de gente que fala e escreve sobre a mesma é a sua, dela, vitória.
ResponderEliminarA flotilha é o equivalente àquelas tipas que se despiam e invadiam a correr os campos de futebol. Quando as instituições deram orientações para as realizações deixarem de as filmar, elas deixaram de aparecer
ResponderEliminarParece haver um lamento generalizado entre os membros da flotilha; as meninas meninos "não estão a receber o tratamento que merecem".
ResponderEliminarSe calhar até recebem mais do que merecem.
A não esquecer que foram meter-se com Israel aliando-se objectivamente aos terroristas que o atacam.
A não esquecer que Israel tem mais que fazer e assuntos de muito maior importância onde aplicar os seus recursos.
Sendo assim só podem queixar-se de si próprios.
E aprendendo a lição, da próxima vez vão abanar-se para outro sítio.
"Estes expertos independentes, que durante os últimos dois anos lançaram (uns mais que outros) apelos lancinantes ao cessar fogo imediato, mesmo que isso significasse uma vitória tão retumbante do Hamas que nem os reféns eram obrigados a libertar, porque havia uma situação humanitária inaceitável em Gaza, de repente, ao contrário da Autoridade Palestiniana, da generalidade dos países árabes da região e de muitos outros, deixaram de ter pressa em chegar à paz em Gaza."
ResponderEliminarSíntese acertadíssima. Parabéns pelo post.
Os "activistas" regressam hoje a Portugal, melhor dizendo, foram corridos, rápido e curto por Israel, depois da triste figura que fizeram.
ResponderEliminarMais uma inglória vitória da triste e finíssima extrema.
Ao velho Arnaldo de Matos é que nunca enganaram.
E abanando-se sacodem a amiba que lhes habita o pensamento.
ResponderEliminarTodo o perigo reside aqui pois a amiba pode, facilmente, adquirir o controlo.
É lícita a dúvida; e se já assumiu ?
Ora vão ler Tales de Mileto para saber como se poderá resolver a questão.
Os israelitas nem quiseram saber dos tlm's, para quê? Eles têm a cópia integral na Mossad, o Pegasus anda ai.
ResponderEliminarAs elas e os eles da tão célebre Flotilha acabam de regressar, corridos sem glória das terras de Israel.
ResponderEliminarComo era de prever começou bem e acabou melhor.
Os egos imensos nem foram arranhados, regressando á pátria indiferentes a esta e ao mundo se estarem coiso para eles.
Um título certeiro para um artigo que subscrevo inteiramente!
ResponderEliminarGuterres está no emprego mais adequado á sua personalidade: bom salário, um descritivo de unções pouco exigente (discursinhos de partir corações, distribuir esmolas, fotogenia boa para capas de revista), e a ausência de qualquer pressão para justificar a inocuidade. O boy perfeito pata o job.
ResponderEliminarCara Helena Matos
ResponderEliminarLíder é por definição o que faz o caminho.
A reboque só os que andam por aí.
O texto supra não foi aqui postado pela Helena Matos. Trata-se de um excerto seu (dela) que transcrevi e com o qual não podia estar mais de acordo.
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ResponderEliminarLa creación del Estado de Israel
ResponderEliminarPor Ricardo López Göttig
O mal da ONU, a ideia era resolver as guerras á mesa, foi ter-se multiplicado para tantas coisas e mesas que já só é uma confusão de gente e mesas.
ResponderEliminarCarregam no pedal humanitário esquecendo, pelo menos parece, a questão das guerras.
Flotilh só existe por cus do jornlismo de esquerd que é prticmente o único existente no Ocidente.
ResponderEliminarVej
Só falta saber quem pagou a conta da boda.
ResponderEliminarLigação da flotilha ao Hamas
ResponderEliminarhttps://youtu.be/hDYAlg2CFTQ?si=n2BsPqT5zU9yG4Z1
ResponderEliminarVejo a do lucklucky