![]()
Como é que é possível, sessenta deputados da Nação, influenciados por um vídeo TikTok produzido pelo seu líder (e depois apagado), oporem-se a uma viagem presidencial à Alemanha à Festa dos Cidadãos, “Bürgerfest”, por pensarem que se tratava de um festival de hambúrgueres? Segundo a nota do Palácio de Belém, a "Bürgerfest", em português Festa dos Cidadãos, “realiza-se anualmente nos jardins da residência oficial do Presidente Federal, para honrar o trabalho voluntário e promover o envolvimento cívico dos cidadãos”. Não havia nenhum deputado capaz de evitar este boçal disparate, talvez com a ajuda da Inteligência Artificial, à falta de outra?
É este o sentido crítico e conhecimento técnico destes nossos representantes que todos os dias com estardalhaço reclamam competência e ética no exercício dos poderes públicos? Não consigo evitar uma enorme vergonha alheia. É o preço do poder popular, dos critérios de escolha dos eleitores, bem sei. Quantos destes incapazes se preparam para conquistar lugares de responsabilidade nos órgãos autárquicos do país?
É a natureza humana à rédea solta, que em instituições fracas adquire demasiado protagonismo. O mundo está perigoso, é o que eu vos digo.
Na cabeça dele, Marcelo estava em Berlim não numa Festa dos Cidadãos, mas a sambar num rodízio de hambúrgueres à Despacito, com a Merkel a virar bifes e o Scholz a pôr cheddar nas cabeças. Ventura tem a capacidade linguística de um molho de ketchup e a elasticidade mental de uma fatia de queijo processado.
ResponderEliminarSe um dia nos disser que vai ao Bundestag, já sabemos: vai jurar que é uma cadeia de frangos assados.
ResponderEliminarEsqueçamos o post de André Ventura e pensemos tão-somente no facto objetivo: o CHEGA opôs-se à ida do Presidente à Alemanha. Ora, todos os partidos têm o direito (constitucional) de se oporem à saída do Presidente do país. Não têm que apresentar justificações, boas nem más, para isso: opõem-se, e prontos.
O CHEGA opôs-se a que o Presidente fosse vistar a Alemanha agora. Não há drama nenhum por isso. As razões, boas ou más, pelas quais se opôs são irrelevantes.
A razão é irrelevante... Quanto ao Chega já tinha pecebido
ResponderEliminarVejam lá, não se oponham à ida do Marcelo à "Festa de Outubro", também é na Alemanha.
ResponderEliminarO CHEGA opõe-se porque sim, como uma criança de cinco anos a dizer "não quero sopa". Só faltou bater com o pé no chão e meter beicinho.
ResponderEliminarO problema não é o Presidente ir à Alemanha; o problema é o CHEGA continuar em Portugal.
Concordo
ResponderEliminarSe fosse o festival da chouriça e do tinto do Dão era evento presidencial, agora ir a comezainas estranjas, com o dinheiro dos tax payers lusos, não.
Com "fait-divers" ou sem "fait-divers", o governo continua sem implementar, rapidamente e em força, reformas estruturais a começar pela abolição do salário mínimo, liberalização dos despedimentos e abolição dos descontos seguindo-se outras reformas estruturais.
ResponderEliminarDe qualquer maneira, a pressão financeira irá continuar a orientar o "cernelhamento" intensamente suave no sentido correcto.
Em França também é a mesma coisa: O governo francês ia "cernelhar" de modo intensamente suave com cortes nalguns feriados e pouco mais quando caiu.
Tudo muito intensamente suave.
ResponderEliminarO erro é do projecto de resolução numero 273 da A.R. que fala da deslocação do PR à Alemanha e que escreve Burgerfest, e não Bürgerfest, que escrito com trema no u é que significa cidadão.
Ah, então Ventura não errou. Quem errou foi o Parlamento: confundiu cidadãos com hambúrgueres. Ventura só fez o que sabe — mastigar disparates e arrotá‑los como se fossem certezas.
ResponderEliminarUmlaut...
ResponderEliminarIuromenha
Pergunto-lhe onde é que tem estado desde Abril de 1974.
ResponderEliminarNa lua? Ainda não tinha nascido?
A mediocridade grassa desde então e, só agora, a propósito de um comentário infeliz, aparece no terreiro para denunciar a miséria
Ora bem se as razões são irrelevantes para aceitar a decisão de um partido sobre questões de interesse nacional isso quer dizer que a democracia está mesmo em risco, se esse partido ganhar as eleições, visto os seus apoiantes não precisarem de avaliar as razões para a acção politica desse partido, já que basta o chefe mandar e o partido ordenar.
ResponderEliminarOnde é que já vimos isto?...
Os deputados do Chega nem leem as resoluções que votam, pelo que não passam de um bando de preguiçosos.
ResponderEliminarO Chega é um partido ridículo que apenas acertou numa bandeira: a imigração descontrolada. Tudo o resto são tiros nos pés de um partido que a nível económico é tão socialista como a esquerda.
Isto é como o sarampo. A sociedade está doente, o país está doente. É normal que apareçam borbulhas
ResponderEliminarE os deputados do chega que fazem tão lindas figuras não estam a expensas dos contribuintes?
ResponderEliminarDe acordo, finalmente um comentário acertado e sensato sobre este assunto.
ResponderEliminarE o Ventura que foi à tomada de posse do Presidente Trump não anda a expensas dos contribuintes? Qual a vantagem para Portugal, foram as tarifas?...
ResponderEliminarTemos o privilégio de viver nestes tempos dourados, tempos da cultura e da satisfação das populações: Tempos de Hamburgers!
ResponderEliminarQue sorte a nossa ...
Não seja idiota. Se foi, foi a expensas próprias, A AR não paga esse tipo de viagens aos deputados. Não acha que se o Ventura fosse a expensas da AR já não tinham caído em cima dele??
ResponderEliminarCom papas, bolos e hamburgeres enganaram a malta durante 50 anos. Agora é tarde. É lidar.
ResponderEliminar