"Também denunciou um jovem funcionário à polícia por este ter assinado um email interno com a expressão "from the river to the sea" (uma frase popular das manifestações pró-Palestina, que clama pela libertação da população entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo, mas que tem sido interpretada pelo Governo alemão como apleoo ao fim do Estado de Israel".
Cara Ana Teixeira Pinto, crítica de arte que gasta uma página inteira do Público a protestar pelo que chama "Combater o anti-semitismo cultivando o fascismo", não é só o governo alemão que interpreta o slogan "Free Palestine from the river to the sea" como sendo uma reivindicação da destruição do Estado de Israel, são também os seus autores e muitas outras pessoas.
A wikipedia ajuda "In the 1960s, the Palestine Liberation Organization (PLO) used it to call for what they saw as a "decolonized" state encompassing the entirety of Mandatory Palestine.[6] By 1969, after several revisions, the PLO used the phrase to call for a single democratic state for Arabs and Jews, that would replace Israel and the occupied territories ... Many pro-Palestinian activists consider it "a call for peace and equality" after decades of military rule over Palestinians, while for many Jews it is seen as a call for the destruction of Israel.[7] Hamas used the phrase in its 2017 charter. Usage of the phrase by such Palestinian militant groups has led critics to say that it advocates for the dismantling of Israel, and the removal or extermination of its Jewish population.[8][7] Some countries have considered criminalizing its use as an antisemitic call for violence. ... Hamas, as part of its revised 2017 charter, rejected "any alternative to the full and complete liberation of Palestine, from the river to the sea", referring to all areas of former Mandatory Palestine and by extension, the end of Jewish sovereignty in the region.[3][37][38][39] Palestinian Islamic Jihad declared that "from the river to the sea – [Palestine] is an Arab Islamic land that [it] is legally forbidden from abandoning any inch of, and the Israeli presence in Palestine is a null existence, which is forbidden by law to recognize.[40] Islamists have used a version "Palestine is Islamic from the river to the sea".".
Sim, alguma direita israelita usa o mesmo slogan, exactamente no sentido oposto, isto é, de defesa de um Estado israelita from de the river to the sea, o que manifestamente é sonsice é pretender que a frase é uma mera frase inócua que defende a liberdade de toda a gente que vive entre o rio Jordão e o Mediterrâneo.
Eu também acho que qualquer pessoa deve poder usar esta expressão, no sentido que entender, mas isso é porque eu defendo a liberdade de expressão, seja qual for a expressão, não é, como pretende Ana Teixeira Pinto, porque a frase é uma frase inocente e fofinha.
Ainda não percebi(decerto falha minha) o que é a "Palestina" , desde quando é um Estado caracterizado por território, povo, governo, soberania e reconhecimento internacional(caracteristicas de definição de um Estado).
ResponderEliminarA "Palestina" nunca xistiu cimo Estado, é um mero conceito colonial derivado do mandato britanico e "nasceu" em 1922.(já nem vou para a Syria-Palestina) do imperador Adriano.
Terras ocupadas? Por quem? Em 1964, data da criação da OLP por um terrorista egípcio chamado Arafat quem ocupava a Chamada Cisjordânia, que mais não é que a Judeia e a Samaria(os nomes dizem tudo) era a Síria e wue ocupava a Faixa de Gaza era o Egipto. Numa guerra de agressão como as que os árabes desenvolveram contra Israel, quando se perde, quem decide o pós guerra é o vencedor. E os territórios conquistados fazem parte dessa decisão. Foi assim na 1 guerra com a Alsácia, Silésia e parte da Prússia e na 2 guerra com Danzig , Wroclaw e Gdansk.
Mais: "Palestina" é o termo usado na colonização britânica para os habitantes do chamado "Crescente Fertil", que englobava judeus, árabes, cristãos, drusos etc que habitqvam aqueka região.
Golda Meir, futura 1 ministra de Israel tinha um passaporte com a palavra Palestina.
E sim, do Rio até ao mar é um conceito de limpeza etnica e genocida.
5 propostas da solução de e Estados desde 1937 até hone: aceites pelos judeus, TODAS recusadas pelos árabes convenientemente designados por "palestinos". Um "povo oprimido" que teve nas mãos o seu destino em Gaza em 2005 aquando da returada unilateral israelita e em vez de se governar, elegeu um grupo de psicopatas terroristas e "entreteve-se" a atacar israel com rockets, atentados que culminaram no 7 de Outubro.
E fiquemos por aqui....
Ou sja tmos o jornal Publico m puro Nwspak xtrmista.
ResponderEliminarSe perguntar de que Rio até que Mar a essa gente, não sabem. O que consegue ser hilariante.
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