Não sei se se consegue ver este anúncio (agora chama-se trailer) de um programa na RTP2 sobre o exame da quarta classe no tempo do Estado Novo.
O programa passa na Sexta feira, dia 13, às 20 e 40, e tenho bastante curiosidade em o ver, claro.
O que estranho é que as duas pessoas que reconheço a falar sobre o assunto (a terceira não sei quem é), são Fernando Rosas e Francisco Louçã, dois reconhecidos especialistas em história da educação e, em qualquer caso, intelectuais de vulto cuja fama de independência de análise vem de mais longe que a fama do brandy Constantino.
ResponderEliminarPode ser que o 3º elemento seja um woke de direita, para equilibrar
(na minha escola primária ainda havia uma da velha guarda que mandava umas reguadas nas costas das mãos)
Caro senhor
ResponderEliminarAcerca do "mal" (Estado Novo), só o "bem" (qualquer esquerda, mesmo analfabeta) pode comentar: não tem nada a ver com os méritos dos ditos comentadores: é uma coisa tipo seitas.
Ah, e parabéns pelo humor curto; com as árvores (por exemplo) não pode ser assim? è por causa do seu tamanho (altura) ?
Cumprimentos
Vasco Silveira
Combater a "wokaria" é muito mais simples, fácil e eficaz se forem implementadas à partida, rapidamente e em força, reformas estruturais a começar, repito, a começar pela abolição do salário mínimo, liberalização dos despedimentos e abolição dos descontos.
ResponderEliminarEntretanto, caso a proposta do IRS jovem for para a frente, Montenegro (claramente um socialista, assim como o Rui Rio) prepara-se para sabotar as famílias , a economia e o mercado de trabalho através dos impostos.
A 4ª classe dos tempos idos era muito boa. EM 1910 meu Pai tirou-a e escrevia e fazia cálculos muito bem e rápido. Assim como a minha Mãe.
ResponderEliminarOs meus conhecimentos actuais, muitos ainda baseados na 4ª classe. Hoje muitos não sabem a tabuada e há universitários de ciências que têm dificuldade em cálculos.
Teoricamente era mais importante decorar - é o que diz na apresentação. Só que, no entanto, os meus pais e a sua geração que ainda fizeram a 4a classe nessa altura tendo o meu pai ficado apenas por aí, conseguem escrever um português muito superior ao de muitos indivíduos com canudos universitários dos dias de hoje e sabem fazer contas sem máquinas de calcular de forma correta e rápida, coisa que muitos dos tais universitários mal sabem fazer. O que seria desses miúdos daqueles tempos se tivessem realmente aprendido e compreendido as matérias!?
ResponderEliminarLá está podem (e devem) criticar esse regime pelo simples facto de ser ilegítimo dado que era uma ditadura, agora inventar todo o tipo de mentiras para o descredibilizar e sobretudo desculpar os inúmeros falhanços do regime que nasceu em Abril, não! Mas também duma peça que tem como especialistas os gurus do bloco de esquerda não se pode esperar nada para além de mentiras e manipulações.
Muito bom
ResponderEliminarOra bem fiz a minha instrução primária nos democráticos anos de 1984 a 1989.
ResponderEliminarCoisas comuns:
- Bolos nas mãos ( réguadas), por cada erro nos ditados ou não saber a tabuada.
- Cana na cabeça por estar a falar ou distraído.
- Pais dizerem à professora: "Sr Professora, se ele precisar dê-lhe".
- Filhos queixarem-se em casa que a professora bateu e levarem outra vez porque se levaram é porque mereciam e deviam ter-se comportado.
Não me parece ter nada a ver com o regime mas sim com a evolução social de cada lugar.
Isto de por as culpas de tudo no Botas também aborrece.
Com que então, " Botas" ?...
ResponderEliminarSuspeito que o "Foreign Office" daquela(s) época(s) não estivesse totalmente de acordo...Uma questão aparentemente lateral : imagina "Usted" o que terá sido o período Julho 36/Abril 39 deste lado do Caia ? E, já agora, "espete-lhe" com 39/45 em cima... O "Botas", pois...
Mas isso define-nos como Povo...
Juromenha
Muito bom..
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