Imaginemos que estava a escrever um artigo sobre Mussolini e usava uma terminologia neutra para descrever o seu posicionamento político: era chefe de um partido nacionalista radical.
Naturalmente, qualquer pessoa reconheceria que a procura de uma utilização neutra para designar o partido fascista não era, em si, neutra.
A procura incessante de uma linguagem neutra a que os wokes se dedicam, no seu afã de evitar os efeitos da indignação fácil e inconsequente que prolifera por aí, não tem nada de neutro, é uma opção ideologicamente legítima, claro, mas uma opção ideológica.
Não existem linguagens neutras.
«
ResponderEliminar
ResponderEliminarO objectivo da linguagem neutra (que infelizmente já tive de comer ao lanche) é não ofender nem discriminar. Qualificar ou quantificar. Especialmente o que é considerado "subjectivo". Como dizer que alguém é gordo.
No seu exemplo, a palavra radical retira o sentido de linguagem neutra.
Esse é o pretexto.
ResponderEliminarO verdadeiro objectivo é tentar tornar-nos idiotas.
É tudo menos isso. Visa legitimar discursos e as ideias subjacentes e sancionar quem deles se afasta ou não se submete. Sobretudo procura ser coerciva, com vocação totalitária.
ResponderEliminarA encenação da ultima ceia com dragqueens, travestis e crianças foi a cereja no topo do bolo. A decadência é agora a política oficial na europa. Alegrem-se os islamofascistas, que a vitória vai demorar menos tempo do que estava previsto.
ResponderEliminar
ResponderEliminarImagino os romanos politeistas a dizer o mesmo dos cristãos...
ResponderEliminar