quinta-feira, 20 de junho de 2024

São opções

"Israel ataca campo de refugiados em Gaza e faz dois mortos e 12 feridos" este título é do Observador mas podia ser de milhares de jornais em todo o mundo.


É um título rigorosamente equivalente, na substância, a este, que não vi em lado nenhum "Hamas usa campo de refugiados, provocando dois mortos e 12 feridos".


Escolher um ou outro título é uma opção de boa parte do jornalismo: no primeiro caso, opta-se por considerar indigno o ataque a um grupo terrorista se ele se esconder no meio de pessoas comuns, no segundo caso, opta-se por considerar indigno de que um grupo terrorista use as pessoas comuns como cobertura para as suas actividades.

45 comentários:

  1. guerrilha urbana nunca será guerra convencional.
    a onu parece sede do Hamas

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  2. Precisamente. Jornalistas sempre a defenderem os crimes de guerra do Hamas quer contra os Israelitas quer contra os Palestinianos.
    Punem os Israelitas por defenderem os seus civis e recompensam o Hamas por se esconder entre os civis. 


    O Iron Dome por exemplo salva milhares de vidas não só Israelitas como Palestinianas, mas o seu uso é punido pelos jornalistas.
    Como o sistema é eficiente então segundo a lógica dos jornalistas não pode retaliar, só o pode fazer quando tiver. 
    O que isto incentiva é Israel tornar-se numa ditadura para sobreviver e, investir tudo no ataque e quase nada na defesa dos seus civis.



    Outro dia disse que os jornalistas estranhamente não usam "alegados" nesta guerra, Enganei-me está aqui um exemplo, adivinhem com quem usam o "alegado"
    https://x.com/bonchieredstate/status/1800131834858394069

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  3. O mais estranho é mesmo usar o termo "campo de refugiados", quando a guerra que determinou que palestinianos se refugiassem em Gaza terminou em 1949.

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  4. Concordo!
    E no meio de tudo isto, há uma questão que é central: O Hamas continua a manter sequestrados, sabe-se lá em que condições, os reféns do seu vil acto terrorista.
    Mas a imprensa e a agenda das manifestações ocidentais não dão valor a esta questão, nem saber se da total e incondicional libertação dos reféns, reside a solução para colocar fim a toda a atrocidade. Não só agora, mas desde o primeiro momento, ainda quando a tragédia estava no início.

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  5. Todavia a maioria do nosso jornalismo, se não mesmo praticamente todo o jornalismo, com especial vergonha para as televisões, não se encomodam nada em fazer propaganda descarada e ridiculamente idiota a favor dos terroristas só Hamas.

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  6. O Hamas continua a manter sequestrados, sabe-se lá em que condições, os reféns do seu vil acto terrorista.


    Israel também mantém, ao que se diz, "sequestrados" (isto é, prisioneiros) múltiplos palestinos que não cometeram qualquer crime. Incluindo crianças e pessoas muito idosas.

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  7. [n]a total e incondicional libertação dos reféns, reside a solução para colocar fim a toda a atrocidade


    De forma nenhuma. Israel já disse múltiplas vezes que o seu objetivo é erradicar o Hamas de Gaza. Ou seja, mesmo que os reféns fossem todos libertados, as atrocidades da guerra continuariam, presumivelmente por um tempo bastante longo, até Israel ter considerado ter já exterminado completamente o Hamas.

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  8. Por esse racicínio quando um terrorista se faz explodir num autocarro para matar soldados que lá vão, e de passagem mata dezenas de civis, está perfeitamente justificado. Ele visava soldados inimigos, não tem culpa que os soldados se refugiem no meio dos civis para se deslocarem.


    A sua chamada só faz sentido se considerarmos que as vidas dos civis palestinianos não valem nada. Israel tem assim o direito de matar os que quiser para atingir um terrorista que está no meio deles. 
    Imagine que vivia um serial-killer no seu prédio. Se a polícia estiver automaticamente autorizada a bombardear o prédio e a matar todos os que lá estavam para o apanhar, será bastante efciente, não sei se as outras pessoas que lá vivem concordarão com o método.

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  9. Objectivamente , a prostituída comunicação "sucial"  é cúmplice e aliada do terrorismo.
    Juromenha

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  10. Um outro caso edificante foi quando, em julho de 2014, a Ucrânia utilizava a sua Força Aérea para combater separatistas no Donbass, mas não informava as companhias aéreas estrangeiras de que estavam a sobrevoar um território em guerra. A dada altura os separatistas lançaram um míssil anti-aéreo e, azar, o avião abatido pelo míssil era civil e levava 200 e muitas pessoas a bordo, e não militar ucraniano. Toda a gente no "Ocidente" disse muito mal dos separatistas, mas ninguém se lembrou de castigar a Ucrânia por estar a utilizar vôos civis para proteger a sua Força Aérea.

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  11. na cabeça  ,uma caixa registadora
    no coração ,  uma pedra
    um personagem 

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  12. Você está completamente errado e equivocado,  o HPS está correcto.

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  13. Vossa senhoria não verá um comentário seu aprovado por mim em qualquer post meu (podem ser aprovados por outras pessoas) porque me recuso a alimentar a amoralidade de equivaler o sequestro de inocentes feito pelo Hamas à prisão de suspeitos feito por um Estado de Direito.

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  14. Reconhecerá, com certeza, a burrice de fazer equivaler a acção de um terrorista que à margem de quaisquer regras resolve matar soldados que não estão numa acção militar, à acção de um exército que está a defender o seu povo de um ataque em curso.

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  15. Mas por que razão lê o que escrevo? Porque não vai apanhar ar?

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  16. É uma opinião legítima.
    Mas não tendo sido ainda libertados na sua totalidade, é igualmente legítimo presumir que se o tivessem sido, o conflito, pelo menos nas proporções que conhecemos, não tivesse chegado a este ponto.

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  17. Concerteza que Israel não está isento de culpas e responsabilidades, actuais e passadas.
    Seja como for, parece-me, o gatilho desta situação em concreto foi accionado pelo ataque terrorista de Outubro e que se mantém. 

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  18. Recomendo a recente entrevista do Piers Morgan ao  jeffrey sachs. Uma pequenita lição histórica a quem acha que isto se divide entre bons e maus da fita

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  19. Absolutamente nojento. 

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  20. Caro senhor


    Felicito-o pela objectividade do seu comentário: em poucas linhas retratou o que as notícias (não são todas?...) nos andam a transmitir há bons meses. Não por opção! Mas por execução militante. ( não interessa o que fazem, apenas quem são)
    E sim, os bons cidadãos, são de facto o amago da questão: escondem-se por detrás deles quem apenas ganha com o seu sofrimento.


    Cumprimentos


    Vasco Silveira

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  21. O "Observador", que abracei com entusiasmo, e assinei (paguei) no seu início, iludido pelo time de colunistas, hoje tem uma redação simplesmente 'boneca de ventríloquo' das "agências de notícias", a começar pela LUSA, um exemplo deslumbrante de imparcialidade. Razão teve Pedro Passos Coelho em tentar privatizar esse diretório!

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  22. Segundo notícias esporádicas parece que por aí andam "individuos" "mercadejando" notícias e ou opiniões favoráveis aos autores de atos terroristas ou como tal considerado as "acções militares especiais".

    Os Blogs não estão isentos dessa infestação.

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  23. Alegar danos colaterais é só quando convém e a quem interessa.

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  24. Num Estado de Direito aplicam-se as mesmas leis a todas as pessoas. Nos territórios ocupados, Israel aplica a lei civil a israelitas e a lei militar a palestinianos.
    Ser preso sem julgamento por um Estado ou por terroristas não é assim tão diferente como pensa.

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  25. Existem e existiram muitos Estados que ao não respeitarem os direitos humanos se comportam como terroristas. Vestir uma farda e ter um parlamento não transforma assassinos em cordeiros.


    Israel considera que o facto de o Hamas ter reféns israelitas o força a tomar precauções e a negociar com o Hamas. Já o facto de o Hamas ter a população palestiniana refém só o força a matar a população quando tenta matar o Hamas.
    Para Israel um refém israelita é muito importante, já um refém palestiniano, mesmo que seja uma criança, é bombardeável.

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  26. Parabéns a HPS pelo coragem, coerência e princípios.
    É indubitável que o objectivo do Hamas é a supressão de Israel substituído por um estado palestiniano. No entanto a criação de Israel foi uma decisão das Nações Unidas em 1947. E é de referir que a criação da Jordânia foi uma decisão de Inglaterra depois sancionada pelas Nações Unidas. A totalidade dos territórios Faixa de Gaza, Israel, Cisjordânia e Jordânia eram designadas por Cisjordânia. A população era palestiniana mas nunca teve jurisdição própria, muito menos soberania.
    Assim, os facto são que a Jordânia, hachemitas com apoio beduíno, estão em relação aos palestinianos na mesma posição de Israel. Não será preciso um silogismo aristotélico para concluir que a diferença é a religião. Ou seja, o conflito com Israel tem raiz religiosa, o que contraria frontalmente a DUDH, da ONU e a própria carta de princípios da fundação do Hamas. E a DUDH é também violada pelos métodos de actuação violenta do Hamas, aliás bem definidos quer na carta de princípios, quer em declarações de dirigentes.
    Isto apenas para referir que a putativa ida de António Costa para presidente do Conselho, salvo até ver a violência, tem potencial para me fazer sentir tanta vergonha alheia como Guterres na ONU.

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  27. Este post é baseado na premissa de que quem lê é ignorante e limitado.
    O título do artigo é factual, a interpretação fica a cargo de cada um. Se calhar em 50 leitores, existem 24 opiniões diferentes.

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  28. Em qualquer Estado, qualquer Estado do mundo, se prendem pessoas sem julgamento.
    O que distingue o que faz o Estado de Israel da barbárie do Hamas é que em Israel as pessoas presas estão identificadas, estão em estabelecimentos prisionais conhecidos, têm direitos, a começar pelo direito à defesa e a julgamento justo, mas os reféns do Hamas não se sabe quem são, não se sabe onde estão, não se sabe como são tratados, não têm qualquer direito, nem mesmo o direito ao reconhecimento da sua existência.
    Fazer a equivalência moral destas duas situações é puro esterco intelectual.

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  29. Obrigado pela demonstração do meu comentário anterior

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  30. O título é tão factual como a alternativa que proponho

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  31. Muito bem HPdS. Há cerca de dois dias o New York Time publica um interesante artigo sobre o que se passa em Gaza.
    Afirma que o Hamas com os seus 100.000 homens armados domina toda a população. Os gazeanos que não obecem ou tentam fugir não duram para contar o que aconteceu. Escudos humanos.

    Entretanto os funcionários da ONU em Gaza, cujas vantagens e inoperância são caricatas, não esmeram-se em defeder o Hamaz!. Está documentado que no dia 7 de Outubro prestimosos funcionários do Sr. Guterres cooperaram com o acto.

    Por outro lado os gazeanos nem astear uma salvadora bandeira branca podem....

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  32. É a CS que temos, completamante subserviente ao internacionalismo e progressismo woke, que ou acabam ou irão dar cabo do que ainda resta do chamado "Ocidente". Tudo o que se apresentar como averso ao "Ocidente" é bom enquanto tudo o que for pro é mau, por isso mesmo, tudo o que estiver relacionado com o islamo-fascismo é para defender.

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  33. O conceito de terrorista, insurgente ou combatente pela liberdade é subjectivo. Mandela já foi terrorista, por exemplo. Kadhafi foi amigo, vilão, parceiro, adversário. 
    Não é uma questão de moral, princípios, valores ou bons vs maus, é apenas interesses geoestratégicos, e o modo como cada um, do Estado ao indivíduo, defende os seus interesses no momento. 

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  34. As Nações Unidas decidem muita coisa que é ignorada. Israel e EUA sabem explicar como se faz.
    O Hamas é uma organização militar cujo funcionamento depende da existência de Israel. Sem Israel, perderiam a sua necessidade de existir. Não querem extinguir Israel (até porque sabem ser impossível), querem ir tentando.
    Do outro lado está um Governo cujo único trunfo é a habilitação para conduzir um conflito. Sem Hamas, o PM não iria sobreviver politicamente,  e talvez judicialmente. 
    Isto para dizer que há gente, nem indo aos lobbies empresariais que vivem disto, de ambos os lados, interessada em que o cenário se mantenha.
    Mas que sei eu, não sou Blogger nem tenho redes sociais...

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  35. Woke de esquerda ou de direita?
    Anti ocidente são também os wokes de direita, que dizem nunca ter havido racismo, isto está cheio de larilas que atédeve ser contagioso, e que na Rússia é que se vive bem, a comida é baratissima e os carros de compras nem deslizam naa escadas rolantes.

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  36. Penso que pôr no mesmo pé Mandela e o Hamas diz mais sobre si que sobre Mandela, o Hamas ou Israel.

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  37. Como o escriba costuma refilar acerca de comentadores (mais uma vez o fenómenoda projecção), não foi isso que foi escrito. Se não percebeu... ou não  quis perceber, de nada posso ajudar. Não tenho formação de ensino, ou psicologia. De História e Política ainda dou uns toques, mas quando não se quer aprender... é o wokismo no apogeu.

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  38. E no entanto só um está factualmente correcto.

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  39. Quem colocou o Mandela na lista de terroristas não fui eu. De certeza, sem ser preciso pensar muito (devia tentar, antes de mandar umas baliadas que tanto critica).

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  40. Quando só se sabe usar um martelo, até os agrafos têm forma de prego, que fazer...

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  41. Qual é o erro factual desta frase: "Hamas usa campo de refugiados, provocando dois mortos e 12 feridos"?
    O Hamas não usa os campos de refugiados? Sim.
    Esse uso não provoca a mortes de civis? Sim, como o próprio Hamas diz, com orgulho.
    Onde está o erro?

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  42. Sim, o Hamas é que provoca mortos e feridos. A explosão das bombas e mísseis israelitas nada tem a ver com isso - facto completamente não relacionado. Nem sequer se pode afirmar que não tenham sido os ferimentos a provocar as explosões, uma vez que não se consegue determinar o que ocorreu primeiro. 


    Portanto, nenhum erro.

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  43. A resposta é ao Anonimo. Que fala em Estados que se comportam como terroristas, etc.
    A verdade é que um terrorista de uns é o freedmon fighter de outros, depende dos interesses de cada actor. O Mandela é um bom exemplo. Foi colocado como terrorista (tecnicamente foi um terrorista) por razões políticas, nao por andar à bomba.
    Para uns, o Hamas é terrorista, para outros está a defender o direito à autodeterminação; para uns Israel é um Estado ocupante e terrorista, para outros está a defender-se legalmente. Depende da posição política de quem analisa e não do acto em si, infelizmente. 

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  44. Não se pode determinar o que ocorreu primeiro?
    O exército israelita não estava em Gaza antes do 7 de Outubro e não bombardeou nada antes do Hamas se esconder no meio das pessoas e construir um complexo de túneis que lhe permitem estar sempre no meio das pessoas porque as suas entradas e saídas, frequentemente, são dentro ou nas proximidades de escolas, hospitais e outras infraestruturas civis.

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