Como é que uma firma como a Impresa (Expresso e SIC) não possui um sistema de defesa de ataques informáticos, e a montante não produziu cópias dos dados em formato físico e deslocalizado (até por prevenção a catástrofes naturais) é uma coisa que me faz confusão. Na minha perspectiva, quem preza verdadeiramente a liberdade de imprensa deve proceder preventivamente para não chorar depois sobre o leite derramado.
Que este caso sirva de lição para os outros grupos de media são os meus sinceros votos.
Infelizmente muitas empresas só aprendem depois de ''sofrer''.
ResponderEliminarDepois de um ataque que mostra a vulnerabilidade da empresa, passa-se a imagem de que Portugal é um país ainda na idade da pedra informática ( estamos em 2022 ). Além de Backups ( Cópia de segurança ) deviam ter tudo redundado. Há problemas de um lado, mitiga-se e funciona o outro, simples.