domingo, 9 de janeiro de 2022

Eles andem aí....

Como é que uma firma como a Impresa (Expresso e SIC) não possui um sistema de defesa de ataques informáticos, e a montante não produziu cópias dos dados em formato físico e deslocalizado (até por prevenção a catástrofes naturais) é uma coisa que me faz confusão. Na minha perspectiva, quem preza verdadeiramente a liberdade de imprensa deve proceder preventivamente para não chorar depois sobre o leite derramado.


Que este caso sirva de lição para os outros grupos de media são os meus sinceros votos.

1 comentário:

  1. Infelizmente muitas empresas só aprendem depois de ''sofrer''. 
    Depois de um ataque que mostra a vulnerabilidade da empresa, passa-se a imagem de que Portugal é um país ainda na idade da pedra informática ( estamos em 2022 ). Além de Backups ( Cópia de segurança ) deviam ter tudo redundado. Há problemas de um lado, mitiga-se e funciona o outro, simples.

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