
"Os nossos rituais estão para o tempo como a nossa casa está para o espaço, o ritual é um porto de abrigo que nos ajuda a unir o passado ao presente, o presente ao futuro, a unir as gerações passadas às gerações futuras, a criar um sentido de pertença comum".
Carlos Moedas há pouco no brilhante discurso de posse como presidente da Câmara de Lisboa. Cheira a novos tempos.
É um abismo de diferença a todos os níveis. Há que dar cabo dele para se retornar ao fala-baratismo.
ResponderEliminarOu anda a ler Saint-Exupéry, ou está a precisar de ir à missa.
ResponderEliminarUma grande diferença. Para já, passámos da cultura bafienta de capelinhas e sacristias para uma visão mais arejada e solta do país e de Lisboa. Esta deixará de ser pensada só para turistas que a acham uma cidade "muito curiosa e pitoresca" e serão introduzidas outras vertentes e mais valias que vão melhorar o bem-estar diário e acomodar-se às necessidades concretas dos seus habitantes que tanto merecem.
ResponderEliminarO novo presidente valoriza os consensos e o diálogo, ouve as propostas dos outros e é demasiado "senhor", o que desde logo, inviabiliza a possibilidade de se tornar o "señorito" lá da paróquia como o seu antecessor. No entanto, ser receptivo aos consensos, não impediu Carlos Moedas de fazer alguns avisos a lembrar que foi a sua plataforma a mais votada, portanto que a vontade dos lisboetas deve ser respeitada. O "recado" foi uma indirecta aos que afirmaram que a esquerda tinha tido mais votos que a direita. Por aqui se vê o respeito que a esquerda tem pelos votos dos eleitores, não querendo perceber o seu desejo de mudança...
ResponderEliminarAgora é preciso tirar também aquele boçal que tenho o imenso prazer "de não conhecer de parte nenhuma".
ResponderEliminarComo diria o João Távora, nunca o sentaria comigo à mesa.
O caminho para a desilusão está em curso
ResponderEliminarDesmancha-prazeres.
ResponderEliminarEstá a mencionar o porquinho da Índia?
ResponderEliminarNem sei se haverá sequer caminho para desilusão tal a falta de ideias da "direita".
ResponderEliminar.
O Moedas poderia começar por um Museu das Vitímas do Comunismo...
Caro Sr , e quem mais havia de ser ?!
ResponderEliminarBingo! Acertou! (as dicas estavam lá todas...)
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