(...) Sempre soubemos que não podíamos viver num mundo com zero terroristas, zero SIDA ou zero criminalidade pois o preço a pagar por tais “zero” era demasiado elevado e sobretudo incompatível com os nossos valores e forma de viver. Mas isso era o que se sabia antes do grande reset estatista das nossas vidas em que o combate ao Covid se transformou. Perante o Covid, o objectivo não foi defender o nosso modo de vida, como aconteceu aquando do aparecimento da SIDA ou do ataque às Torres Gémeas, mas sim suspender esse modo de vida.
Sociedades envelhecidas, domesticadas pelo constante controlo fiscal, desprovidas de bom senso, idiotizadas por activismos minoritários, mostraram-se particularmente vulneráveis quando postas perante uma ameaça sanitária. Onde as velhas ideologias falharam triunfou o emergentismo: o dia a dia dos povos está transformado num conjunto de absurdos justificado pelo combate ao Covid. O controlo e o poder dos estados sobre os cidadãos aumentou exponencialmente. Não menos importante, não são pedidas responsabilidades, tudo fica para depois. (...)
A ler este artigo da Helena Matos na integra aqui no Observador
Blá blá blá. A sida, o terrorismo. Blá, blá. Aí que nos tiram a liberdade. Blá. A sida, o terrorismo, o covid. As vacinas, o chip. Blá blá. Os governos, a iliberdade. Blá. Enfim... Heena Matos. Um farol que nos indica o caminho.
ResponderEliminarISAIAH BERLIN, LA LIBERT AD COMPLEJA
ResponderEliminarSegismundo es inteligentíssimo
ResponderEliminarV. tem um discurso bastante transtornado. Não consegue sequer construir uma frase completa e com sentido. Se isso reflete o funcionamento dos seus neurónios...
ResponderEliminarQuando se olha com atenção para a velocidade das alterações e transformações a que as sociedades têm sido expostas sucessivamente, consegue-se perceber que nessa vertigem havia um propósito, uma finalidade. Manifestavam-se sinais claros (desde há muito) e umas "movimentações" que iam condenando ao desaparecimento progressivo o nosso "modo de viver" e percebia-se que estava em curso a sua substituição. Era o início da Grande "Transfiguração" ou talvez Desfiguração das sociedades ditas ocidentais. A preparação foi meticulosamente calculada. Sem pressas, para que se consolidassem bem e se interiorizassem os novos "valores" de tão elevado padrão moral .
ResponderEliminarOs objectivos são hoje claros: Por falar nisto, e o Sr. Presidente MRS? E a Democracia?
E escreve bem. Pela amostra também deve falar bem!
ResponderEliminarHerman Goering testified at the Nuremberg TrialsThe only thing a government needs to make people into slaves is fear.
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ResponderEliminarÉ a nossa falta de exigência e de vigilância que tem permitido a impunidade perante os abusos e exageros, aqui apontados no extraordinário artigo da HM.
Sobre o emergentismo climático e sanitário, o governo faz-nos crer que é para nosso "bem" e pela nossa segurança. Mas o certo é que à boleia dos catastrofismos conseguem instigar o medo e a insegurança nos cidadãos. É sabido que essa é a melhor forma de amansar uma população, e se lhe acabar com a Liberdade: é semeando o pânico. A técnica é infalível, porque à pala do pânico, criam-se condições para que qualquer governo mal intencionado possa enfiar uma série de regras restritivas da liberdade e de proibições pela goela abaixo da população. E esta, de cabeça perdida e aterrorizada, resigna-se a tudo, porque lhe hão-de repetir até à náusea, vezes sem conta (convém sempre!) que tudo está a ser feito para seu Bem e no seu interesse exclusivo. E todos ficam muito reconhecidos, porque tanta gente tão dedicada esteve a trabalhar naquelas medidas tão Boas e tão Bem pensadas, de olhos postos no seu Bem! É um método antigo que nunca falha, para levar os cidadãos a acatarem, sem pestanejar, as imposições, restrições da Liberdade, todo o controlo estatal, e todos os abusos dos autoritarismos, porque, dizem-nos, é pela nossa segurança ! Como se algum dia o mundo tivesse sido um lugar seguro, como se constata.
Sem dúvida e está mais que testado. Esse fala por experiência: "a única coisa que um governo precisa de fazer para levar um povo à servidão (e obediência), é através do medo".
ResponderEliminarE é válido para todos os regimes. Daí a necessidade de estarmos sempre alerta.