
Sobre a mesa empoeirada em Belém, o que de mais significativo sobreveio na entrevista a Marcelo à RTP, a coisa é fácil de entender: como a República é uma nódoa ela própria, eles por lá têm que poupar nas limpezas ou arriscam-se a ficar sem nada, tudo esfregado não sobra nada, tudo para o lixo, presidente, regime e tudo.
Ah! não diga isso...
ResponderEliminarcom ele é tudo uma limpeza
ResponderEliminarO povo, o soberano, vive em casas sem um livro, com lâmpadas fluorescentes lançando a sua luz gelada sobre um ambiente nu; ou lâmpadas incandescentes sem uma sombra que as modele e modere. Nas paredes, nada. Ou a enésima variante rasca do menino que chora, ou da última ceia (última quê?) ou de um inventado ocaso alegadamente africano. No tempo frio, o que por cá se chama "tempo frio", o frio suporta-se com paredes escorrendo água e bolor. Como se não suporta nos climas que sabem o que é o frio.
ResponderEliminarOu isso ou morre-se. De frio.
E está muito bem assim. Temos o que merecemos.
Tivessem votado Cavaca para Presidenta...
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ResponderEliminarHá que tempos não ouvia essa expressão! era um dito antigo que usavam em casa para classificar certas situações idênticas às descritas: se gastassem o sabão em limpezas arriscavam-se a ficar sem nada, tanta era a sujidade!
E, sem surpresa, este regime de nódoas não pára de acumular lixo: acabou de aprovar a censura em Portugal, devidamente autenticada e carimbada por Sua Excelência. A fazer lembrar a República Popular da China, com a atribuição de uma espécie de "pontos", ou coisa semelhante, a que chamam "selos" (presumo que pelo "bom" comportamento dos serviçais idiotas úteis _ que os há sempre). Parece-me tudo uma enormidade e não sei bem onde vamos parar. Sem darmos conta, estaremos a ser encaminhados para uma ditadura encapotada? Peço permissão ao João Távora para a transcrição seguinte:
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