quinta-feira, 20 de maio de 2021

A memória como património

(...) Quase cinquenta anos — sublinhe-se as vezes que for preciso! — após a revolução de 1974 e o fim do dito «império», boa parte da nossa memória colonial continua ainda por descobrir, revelar e debater à luz de muitos documentos que os historiadores actuais sequer viram em instituições científicas, académicas, militares, museus e arquivos nacionais mantidos durante décadas sem orçamento, meios logísticos, equipas técnicas qualificadas e outras condições essenciais ao cumprimento das suas funções perante imponentes massas documentais produzidas por séculos de história ultramarina, que continuam por catalogar e descrever, quanto mais por digitalizar e partilhar em regime aberto (o chamado digital scramble). (...)


A ler  o nosso Vasco Rosa na integra, aqui

2 comentários:


  1. Depois de ler na íntegra o texto que indica, só posso tirar duas concluisões:
    1- fala-se de cor de "colonialismo", com mais suporte ideológico do que  científico, baseado em fontes documentais. 
    2- Por mais que o neguem, queiram ou não, fomos, de facto, um Império. E estão aí as prova, nesse valioso acervo documental e fotográfico por estudar, por catalogar, há décadas ao abandono, por incúria e desleixo, por incompetência e pobreza de espírito e de meios. A decadência a que este país chegou!  É chocante ler isto:

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  2. devido ao seu nascimento a 25-iv o país está demente

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