Este tema da nomeação do Procurador Europeu teve, desde o início, contornos bastante torpes e indecorosos (para dizer o mínimo). Um hábito, de alguém que deixou semente... Mas o que me causou maior espanto foi a forma como o governo lidou com o assunto: não sentiu qualquer embaraço perante as provas de falta de lisura na "sua" escolha. Apesar de tal acto ter sido tão escrutinado e tão criticado pela opinião pública, o governo continuou a agir com total impunidade, como é seu timbre, mantendo a sua nomeação cheia de trapalhadas escandalosas, com propósitos nunca esclarecidos até hoje. Nem os pedidos de esclarecimento e as chamadas de atenção da UE os fez corar. Se dúvidas houvesse, esta foi a prova evidente e a demonstração de que este governo não tenciona combater «de facto» a corrupção. As actuais medidas à pressa são pura operação de cosmética. Não há zelo nem respeito pelos valores da Democracia, Portugal é a sua coutada, e os portugueses, tantas vezes tratados sem consideração como se lhes dissessem "Ide ver se chove!". Como adiante se verá, em relação à corrupção, é a mesma dissimulação, com a "marca" Sócrates, como denunciou há dias João Cravinho.
E porque, em vez de se limitar a uma "profunda preocupação", o PE não suspendeu imediatamente o Procurador Guerra até ficar tudo muito bem esclarecido? Ou anular e destituí-lo do cargo por suspeitas de falta de independência? O PE sabe que houve escandalosa interferência directa do governo nacional através da min. da Justiça para imporem este procurador, preterindo a candidata classificada em 1º lugar. Que país lamentável! A estas horas o PE está no fim do recado sobre como funciona esta choldra e através dos "mentideros" também já sabe, certamente, daquela "petite histoire" que se passou com Ana Carla Almeida e as suas investigações. E "quem se mete com o PS..."
regresso do caminho para a Índia
ResponderEliminarEste tema da nomeação do Procurador Europeu teve, desde o início, contornos bastante torpes e indecorosos (para dizer o mínimo). Um hábito, de alguém que deixou semente... Mas o que me causou maior espanto foi a forma como o governo lidou com o assunto: não sentiu qualquer embaraço perante as provas de falta de lisura na "sua" escolha. Apesar de tal acto ter sido tão escrutinado e tão criticado pela opinião pública, o governo continuou a agir com total impunidade, como é seu timbre, mantendo a sua nomeação cheia de trapalhadas escandalosas, com propósitos nunca esclarecidos até hoje. Nem os pedidos de esclarecimento e as chamadas de atenção da UE os fez corar.
ResponderEliminarSe dúvidas houvesse, esta foi a prova evidente e a demonstração de que este governo não tenciona combater «de facto» a corrupção. As actuais medidas à pressa são pura operação de cosmética. Não há zelo nem respeito pelos valores da Democracia, Portugal é a sua coutada, e os portugueses, tantas vezes tratados sem consideração como se lhes dissessem "Ide ver se chove!".
Como adiante se verá, em relação à corrupção, é a mesma dissimulação, com a "marca" Sócrates, como denunciou há dias João Cravinho.
E porque, em vez de se limitar a uma "profunda preocupação", o PE não suspendeu imediatamente o Procurador Guerra até ficar tudo muito bem esclarecido? Ou anular e destituí-lo do cargo por suspeitas de falta de independência? O PE sabe que houve escandalosa interferência directa do governo nacional através da min. da Justiça para imporem este procurador, preterindo a candidata classificada em 1º lugar. Que país lamentável!
ResponderEliminarA estas horas o PE está no fim do recado sobre como funciona esta choldra e através dos "mentideros" também já sabe, certamente, daquela "petite histoire" que se passou com Ana Carla Almeida e as suas investigações. E "quem se mete com o PS..."