sábado, 24 de abril de 2021

Então se experimentássemos outra ética?



marcelo-rebelo-de-sousa.jpg


"Parece um manto diáfano, mas é um véu opaco, este a que se chama a “ética republicana”. É um mito e um embuste que permitem que o nepotismo e o favoritismo surjam como gestos normais da democracia e casos naturais da República. Resume-se em poucas palavras. Sem Deus, dinastia, sangue ou sabre, o cidadão é soberano. O soberano faz a República. A República tem os seus eleitos. Estes têm o dever de servir a República. E o direito de se servir dela. Quem são esses eleitos especiais? Formalmente, os que ganham eleições. Historicamente, entre nós, os dois grandes partidos, PS e PSD."



 



António Barreto hoje no Público.

3 comentários:

  1. Os a cartelização de Abril e seus grandes feitos:


    ResponderEliminar
  2. "ética republicana" e jacobina _ faltou acrescentar.
     Réplica da 1ª república.

    ResponderEliminar
  3. Depois de se ler esta resenha sobre o embuste a que chamam democracia, é forçoso concluir (sem réstea de dúvida) que foi montado um sistema para "O triunfo dos porcos".
    Até quando estamos dispostos a contemporizar com este estado calamitoso do país? Qual é o limite da nossa condescendência? 

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...