
"Parece um manto diáfano, mas é um véu opaco, este a que se chama a “ética republicana”. É um mito e um embuste que permitem que o nepotismo e o favoritismo surjam como gestos normais da democracia e casos naturais da República. Resume-se em poucas palavras. Sem Deus, dinastia, sangue ou sabre, o cidadão é soberano. O soberano faz a República. A República tem os seus eleitos. Estes têm o dever de servir a República. E o direito de se servir dela. Quem são esses eleitos especiais? Formalmente, os que ganham eleições. Historicamente, entre nós, os dois grandes partidos, PS e PSD."
António Barreto hoje no Público.
Os a cartelização de Abril e seus grandes feitos:
ResponderEliminar"ética republicana" e jacobina _ faltou acrescentar.
ResponderEliminarRéplica da 1ª república.
Depois de se ler esta resenha sobre o embuste a que chamam democracia, é forçoso concluir (sem réstea de dúvida) que foi montado um sistema para "O triunfo dos porcos".
ResponderEliminarAté quando estamos dispostos a contemporizar com este estado calamitoso do país? Qual é o limite da nossa condescendência?