sábado, 19 de dezembro de 2020

Quem é que nos salva deste cíclico vexame?


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Se as campanhas eleitorais em geral não são um exemplo de seriedade política, as presidenciais em particular descambam demasiadamente para o disparate completo e as atoardas esgrimidas são de bradar aos céus. Uma lamentável comédia que mais se parece com um torneio de wrestling. No final, depois de insultarem a inteligência do eleitorado e vilipendiarem os votantes dos adversários, um deles vai por um ar sério para faze-los crer que é amigo de todos. Reconheço que este não é dos mais prementes problemas que o país enfrenta, mas não ajuda nada. 

2 comentários:

  1. os pulhiticos sociais-fascistas caminham nas patas trazeiras
    uma burricada

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  2. Não percebo porque não se dá a conhecer mais, a família real portuguesa sobretudo os membros mais novos. Porque não tentam aproximar-se junto dos "media", por exemplo, através da escrita? Julgo que não lhes seria negado se o desejassem e seria uma forma de darem a conhecer como e o que pensam. Vivem num tal recolhimento, que os torna invisíveis aos olhos dos portugueses, reduzidos a uma quase inexistência. Quem não aparece, esquece. Hoje, a realidade que não se vê, não existe.
     A monarquia é essencialmente, proximidade e aproximação e não distanciamento. E os portugueses adoram isso, veja-se o envolvimento do povo com o Presidente MRS. No fundo, bem lá no fundo do nosso inconsciente colectivo, ele é uma espécie de sucedâneo da figura-arquétipo do rei. E ele, MRS, sabe-o ( não sei se explora isso ).

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