sábado, 28 de novembro de 2020

Um silêncio pesado e brutal

“A 20 de Novembro de 1956, conjuntamente com o poeta e grande amigo Ruy Cinatti Vaz Monteiro Gomes e o advogado e jornalista Francisco de Sousa Tavares, com quem se casara havia dez anos certos — todos católicos e monárquicos ligados ao Centro Nacional de Cultura —, Sophia assinou na primeira página do Diário Popular um veemente “Depoimento” em repúdio frontal à violência soviética contra a revolta libertária húngara, esmagada duas semanas antes, e em resposta ao apelo internacional dos intelectuais daquele país.”


A ler o nosso Vasco Rosa aqui no Observador

2 comentários:

  1. Documento importante e bastante comovente também, que não conhecia. De facto é bastante estranho a quase inexistência de referências a este depoimento, sobretudo pelos estudiosos de Sophia de Mello Breyner. Nestes tempos, há verdades inconvenientes que se omitem e daí o silêncio, uma vez que o Depoimento é uma tomada de posição de repúdio e de condenação frontal da violência soviética contra a revolta húngara


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  2. Se dúvidas houvesse, a desonestidade intelectual da esquerda revisionista ficaria, assim, comprovada. Uma vez mais, a visão parcelar da esquerda.
    Não admira:
    MT

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