Olhamos à nossa volta para as agendas radicais identitárias (nacionalismo, imigração, racismo, igualdade de género etc.) e constatamos que, além da praga dos anglicismos, andamos a importar todo o lixo político que se produz nos EUA. Tenho saudade de quando, de lá, pouco mais consumíamos que a tecnologia, o cinema, o jazz e a música country.
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ResponderEliminarAtualmente, Portugal é uma colónia cultural dos EUA. Politicamente e não só.
Uma das coisas que me impressiona nos noticiários (na rádio e na televisão) portugueses é que tratam dos assuntos políticos dos EUA como se fossem nossos. Como se nos dizessem respeito.
João Távora,
ResponderEliminarA propósito das novas "importações" vindas da EUA vale a pena ler o último texto de Paulo Tunhas.