quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Artigo 43.º da Constituição

«Este artigo é contra a unicidade cultural e intelectual. É a recusa da filosofia, da estética oficial, da ideologia oficial e da religião oficial. Do mesmo modo, é a recusa do controle político do conteúdo da cultura e da educação. Na verdade, nós, socialistas, não queremos filosofia única nem estética única, nem política única, nem religião única, nem ideologia única». «Nós somos contra a unicidade em matéria de cultura e educação. Nós somos contra essa unicidade, porque entendemos que essa recusa é uma importante salvaguarda contra o totalitarismo.»

 

Ler o manifesto o manifesto ‘Em defesa das liberdades de educação’ na integra, aqui

17 comentários:




  1. É preciso fazer frente e impedir que "endoutrinem" as nossas crianças. Os filhos são dos pais e só a eles e à família compete a sua educação e formação, livremente,  como melhor a entenderem e segundo os seus critérios e as suas convicções, exactamente como está previsto na nossa Constituição. Os filhos não são do Estado como acontece nos países sob ditaduras "musculadas" como é a China, ou era a ex-urss, só para mencionar alguns...
    Sinto enorme indignação pela imposição da frequência da disciplina de Cidadania _ que devia ser opcional_ e  pela perseguição feroz infligida a quem ousou invocar o seu direito à objecção de consciência. Há temas que são da esfera privada, e portanto, da área exclusiva dos pais/família. São eles quem melhor sabe, porque conhece os seus filhos, como e quando devem ser abordados determinados temas. Ponto final.
    A sociedade civil portuguesa tomou esta honrosa iniciativa e devemo-nos congratular com esse gesto de cidadania porque, finalmente, se está a tomar ( cada vez mais) consciência desta  manipulação frenética que determinados partidos e grupelhos _ com pouca expressão eleitoral !!!_ de extrema esquerda, que têm  a pretensão de tentar impor e implementar à força a sua idelogia  de sentido único,  sem procuração de ninguém, sem um mandato claro da sociedade portuguesa. 
    (É certo que eles parecem muitos. Mas é apenas por serem muito agitados e fazerem muito barulho e gritaria, e porque são coadjuvados por uma certa comunicação social que lhes dá imenso palco e protagonismo). 

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  2. Esse texto que transcreve não corresponde à forma de pensar do PS, ou pelo menos do actual, que se identifica muito mais com a extrema esquerda de quem é mais próximo ideologicamente. E não o disfarçam. Podemos constatar essa afinidade ou melhor, essa contiguidade, na forma como o governo deu poderes quase ilimitados à extrema esquerda para que ela possa disseminar, conduzir e propagar "em roda livre" ( isto é sublinhado) a sua ideologia pelos variadíssimos espaços à sua disposição, pela sociedade e pelas escolas. Estas, em particular, têm sido o seu "cavalo de batalha", pois é cedo que têm de se começar a "trabalhar" e a moldar o Homem Novo.  As linhas-mestras e as temáticas dos conteúdos dos programas escolares são praticamente definidos por influência e por exigência desses partidos de extrema esquerda.  É importante salientar-se o facto de o partido socialista contemporizar com estas "ideologias" totalitárias sem nenhuma resistência ou objecção, sem que isso lhe cause qualquer repulsa. Com acesso privilegiado aos "mídia", que estão hoje manietados e subjugados, uns e outros vão exercendo livremente a sua influência, fazendo o seu caminho. Mas o que hoje temos no país é um 4º Poder que renunciou ao seu papel de defensor da Liberdade e da Democracia e deixou de se empenhar em escrutinar, analisar e denunciar os actos incorrectos e os desmandos dos poderosos, e tornou-se seu aliado e conivente. Uma Imprensa livre tem o dever de ser contra-poder  e uma aliada da sociedade, constituindo-se como um sistema de pesos e contra-pesos tão necessários à Democracia.

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  3. a recusa da filosofia, da estética oficial, da ideologia oficial


    Discordo.
    A sociedade tem valores, os quais devem ser ensinados às crianças.
    O respeito pelos direitos humanos, a igualdade de direitos, a não-discriminação, e muitas outras coisas, tudo isso são valores da sociedade e valores constitucionais, que devem ser ensinados às crianças.

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  4. Se estivéssemos a falar da integração de imigrantes, estas mesmas pessoas da direita política estariam a pedir que os imigrantes fossem educados nos valores da sociedade de acolhimento. Estariam a pedir que se lhes ensinasse a não discriminar contra as mulheres nem a cuspir no chão.
    Mas isso é para imigrantes, claro. Para as crianças branquinhas, não vale o mesmo.

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  5. (cont.)
    Presentemente não há uma Oposição digna desse nome, portanto é à sociedade civil que compete travar os combates. Se esta frente unida de esquerda pretende vencer pela ideologia, então peguem-se nas mesmas armas e unidos lute-se em defesa da ideologia de sinal contrário. 
    É uma evidência que as pessoas estão a tomar consciência do que está em causa e começam a posicionar-se e a exigir uma definição muito vincada e muito clara de qual é o seu "lado"  e que valores e que ideais pretendem  defender e aqueles que querem rejeitar e qual o rumo querem para o país. E o momento é agora, não é adiável.


    Considero inapropriado o termo "geringonça" no sentido em que ela seria uma espécie de maquineta improvisada  e que desempenharia umas funções muito rudimentares, um pouco mal amanhadas e sempre prestes a desconjuntar-se. Ora o que "realmente" sempre tivemos foi uma poderosa máquina cujas peças desde o início sempre se encaixaram muito bem, pois o seu molde tinha a mesma origem. Portanto, uma engrenagem  em que todas as partes funcionaram com eficácia,  concorrendo para o mesmo fim e para isso, nem  faltou o "técnico" de serviço, sempre zeloso,  pronto a afinar a máquina, a fazer pequenos consertos e a corrigir falhas sempre que alguma areiazinha a empenava. 
    E como, em princípio, toda a máquina produz, temos de perceber que estamos perante um "produto" disponível (para quem o queira adquirir, evidentemente).  E  esse "produto" está vinculado à "marca" António Costa, seu autor. A sua imagem ficará para sempre associada ao "produto" que ele fabricou.  AC tornou-se o próprio "logotipo"  destes tempos que ele criou.

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  6. Por acaso também comentei no "blasfémias" que os tais colégios privados estrangeiros são capazes de ter educação para a cidadania há muito mais tempo que os nacionais.

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  7. https://www.youtube.com/watch?v=cacfWHV8_s4

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  8. A ficha em questão pergunta sobre as actividades de tempos livres do pai e da mãe quando tinham a idade dos filhos. Não é "detalhar o que acontece em casa". Era bom que as pessoas lessem com atenção antes de engolir em o isco, o anzol e tudo. 

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  9. Mas isso já o fazem os pais em casa. É esse o seu papel e o seu dever: transmitir valores e educar os filhos. Pelo que acabou de expor, julgo que V. não precisou de ter aulas de Educação para a Cidadania e certamente dispensa orientações sobre a forma de educar os seus filhos se os tem. Eu não preciso e dispenso. E o mesmo acontece com a maioria das famílias e de muitas gerações anteriores à nossa.
    Claro que há excepções. Mas são isso mesmo, excepções. Normalmente só acontece em famílias desestruturadas que se dispensam de educar os filhos e  de lhes transmitir os tais valores. Com a agravante de nem sequer terem consciência de que isso faz parte das suas obrigações e responsabilidades. Provavelmente estaríamos diante de um quadro de alienação (parental) e também não terão capacidade de dar assistência a outras necessidades básicas das crianças. Uma coisa arrasta a outra, infelizmente. E aí, certamente a referida disciplina, pode crer, não tem qualquer utilidade prática... será necessário outro tipo de intervenção do Estado, como tem acontecido, com crianças sinalizadas.

    Mas as famílias ditas "normais", em maioria, felizmente, também podem passar bem sem tais aulas, pois os pais já cumprem o seu dever de formar bons cidadãos. Este carácter de obrigatoriedade daquela disciplina é que me parece desproporcionado, é como passar um atestado de incompetência e de menoridade cívica aos pais, porque  supõe  que em casa se eximem de educar os petizes.  Já não tenho os meus filhos nessas idades, mas se me obrigassem a isso, consideraria um confronto até às últimas consequências se necessário fosse, porque considero que tudo isto configura um atentado à Liberdade e uma quase invasão de privacidade das famílias.

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  10. De qualquer modo, talvez seja bom estar-se atento. Convém.
    Durante a Revolução Cultural na China foi assim que começou, devagar, devagarinho inicialmente. Depois atingiu foros de brutalidade com filhos a serem ensinados a vigiarem e a denunciarem os próprios pais.
    Pode haver algum exagero (talvez com muitas reticências) mas que estes tempos estão malsãos, lá isso estão.

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  11. Parece-me que se há aqui alguém pronto a engolir qualquer isco ou anzol será o Alface do Campo, pois demonstra uma certa credulidade e predisposição para confiar à primeira em perguntas inocentes que podem também não o ser. Se costuma fornecer dados pessoais a desconhecidos mesmo que a uma entidade como o Estado, faz mal.
    Mas sabe como são as crianças, às vezes até detalham o que se quiser, desde que se saiba "perguntar"

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  12. Lá só diz que "podem fazer". Era bom que as pessoas lessem com atenção.
    JMR

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  13. Mas isso já o fazem os pais em casa.


    Talvez alguns pais façam. Muitos outros não farão. Também há pais que ensinam matemática ou física aos filhos em casa, mas isso não é razão para que essas disciplinas não sejam ensinadas na escola.

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  14. Leia efectivamente a ficha. A ideia é verificar como as actividades de tempos livres mudaram entre a época em que os pais andaram na escola e agora. Garanto que não há professores a recolher dados sensíveis sobre os pais dos alunos para os fornecer à conspiração socialista internacional. 

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  15. https://jigajoga.blogs.sapo.pt/o-horror-18519

    Por favor, olhai para o cabeçalho da ficha em questão... 

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  16. Sabe muito bem que não é a mesma coisa, portanto não serve como argumento. Enfim... Essa deve ser a regra :os pais devem auxiliar nos trabalhos de casa, vigiar o estudo dos filhos, ter contacto com a escola, envolver-se no que diz respeito à aprendizagem, progressão, comportamento.

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