
Quando se fala no vandalismo sobre monumentos e estátuas, convém lembrar a selvática decapitação perpetrada nas armas nacionais em toda a sorte de edifícios depois o 5 de Outubro de norte a sul por milícias revolucionárias, na tentativa de apagar do espaço público os 800 anos de monarquia. As ruínas permanecem um pouco por todo o lado a testemunhar a selvajaria dos republicanos de 1910. Se pensarmos bem, as notícias que nos chegam por estes dias tratam o mesmo: vândalos a tomar o poder e a reescrever história.
A esse propósito leiam este artigo de opinião da autoria de João Vacas agora recuperado aqui.
ResponderEliminarInfelizmente o hábito já vem de longe. Depois do assassínio do infante D. Pedro por um criado do duque de Bragança, a memória daquele foi banida e todas as pedras de armas foram picadas.
A destruição da memória foi de tal forma que hoje nem se conhece o plano de estudos da universidade de Coimbra impulsionada por D. Pedro porque a de Lisboa estiolava conforme escreveu na célebre carta de Bruges em 1426.
Aquela gente a tomar o poder, vírgula!!! Alto lá! Que isto ainda é uma Democracia _ainda que imperfeita_ e um Estado de Direito.
ResponderEliminarNada temos a recear enquanto houver portugueses corajosos e sem receio da sua História.
A comparação é infeliz. Concorde-se ou não com ela, em 1910 houve uma alteração de regime e de símbolos nacionais - uma revolução, ao menos nisso - pelo que se percebe e aceita a remoção das coroas sobre os escudos nacionais. Não valorizemos o presente vandalismo, comparando-o com isso. Aliás, é o que têm feito os defensores do vandalismo, comparando a pichagem da estátua do Padre António Vieira com o derrube da estátua de Saddam Hussein, ou das estátuas implantadas pelos soviéticos nos seus ex-"satélites".
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