
Coronavírus hoje em Portugal – 9.034 casos, 209 vítimas mortais
Fiquei muito impressionado ontem à noite quando num zapping entre os noticiários, depois duma notícia com Jair Bolsonaro (devidamente depreciado pela jornalista) nos seus modos grosseiros a relativizar os efeitos do coronavírus na saúde das pessoas, me deparo com uma outra vinda da India, onde também foi decretado o estado de emergência e o confinamento. A reportagem documentava a brutalidade da polícia armada de chibatas a expulsar os miseráveis feirantes num mercado, e milhares de trabalhadores sazonais subitamente sem emprego a retornarem aos seus locais de origem; uns aos magotes a tentarem entrar nos comboios e outros ainda mais pobres, a palmilharem esse caminho a pé com uma trouxa às costas. Com este murro no estômago fiquei a perceber melhor o discurso absurdo do presidente brasileiro: em certos países com muita pobreza, em que grande parte da população vive de expedientes diários para se alimentar, por causa do confinamento a fome e a miséria prenunciam-se dantescas.
Cá por casa a vida confinada continua, e esta manhã cruzei-me na sala com a minha filha que assistia no seu computador portátil a uma aula de direito das sucessões, vestida com pijama e pantufas nos pés. Não me pareceu apropriado.
De facto, onde é que já se viu, uma mulher em casa de pantufas nos pés! Que horror! as pantufas só se usam no quarto de dormir! No resto da casa usa-se sempre sapatos de sair à rua!
ResponderEliminarEu tenho dado aulas universitárias por computador, e não faço ideia se os estudantes que a elas assistem estão de pijama ou de fato e gravata, nem isso me interessa - eu não os vejo a eles, nem eles se vêem uns aos outros, somente eu, o professor, estou visível.
ResponderEliminarA única coisa que se pede ao estudante é que não faça ruído com o microfone ligado. Afora isso, pode estar onde quiser e vestido como quiser, que isso em nada incomodará a aula.
Hoje em dia já volta a ser muito atrevimento uma senhora apresentar-se na sala sem luvas.
ResponderEliminarAcha então que o importante do Post é as pantufas da filha do João Távora?
ResponderEliminarJ. R. Soares
Se não era importante, por que raio o escreveu o J. Távora?
ResponderEliminarSe ele escreveu, é porque o considerou importante!
Ironia!, Não entender ironia é prova de fraco QI!
ResponderEliminarTraduzir uma piada é coisa que ninguém faz por piedade com o burrinho.
ResponderEliminarFoi uma tentativa (pelos vistos frustrada) de fazer ironia, Luís. Experimente conjugar os dois parágrafos.
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ResponderEliminarcomo anda tudo mascarado, ninguém sabe quem é, come tudo da mesma panela...
é uma pandemia desgraçada.