segunda-feira, 30 de março de 2020

Não se perdia tudo...

monarquia do norte.jpg


"Câmara do Porto "deixa de reconhecer autoridade" à DGS. - A autarquia acredita que as afirmações de Graça Freitas esta segunda-feira sobre a possibilidade de ser criado um cerco sanitário na região do Grande Porto sejam "um lapso seguramente provocado por cansaço".


Em 1899 o Porto foi colocado sob cerco sanitário e a cidade insurgiu-se contra a capital do reino. Ricardo Jorge foi expulso da cidade, e a sua população que nunca fora republicana, apesar do episódio do “31 de Janeiro”, elegeu, pela primeira e única vez durante o regime constitucional, três deputados do PRP de Afonso Costa. Ficaram conhecidos pelos deputados da Peste. Como o Rui Moreira é monárquico, sugiro que instaure de novo a monarquia do Norte. 

5 comentários:

  1. admiro pela 1ª vez RMum desgoverno de borra-botas
    RR falou de governo (sem) salvação nacional

    ResponderEliminar
  2. Quem nos dera, mas não temos essa sorte, caro Sr.!

    ResponderEliminar

  3. A verdade é como o azeite. Em meia-dúzia de dias esta União Europeia, una e indivisível, a mais bela criação da Europa moderna ... desfez-se. Um País com fronteiras estáveis, ao longo de séculos, segue o exemplo da "União": "salve-se quem puder".
    Lideranças exógenas em relação à realidade, lá e aqui. Poder exercido em "top down".

    ResponderEliminar
  4. Mas a sua bandeira é branca ou azul e branca?


    Pondo as coisas a direito e sublinhando já que nada tenho a ver com o fadista nem com o duque falido que apenas procura angariar uns tostões:


    - mesmo que o decreto de banimento desta gente tenha sido revogado subsistem duas dificuldades bem maiores:


    - o primogénito de dom Miguel serviu num exército estrangeiro sem autorização  do governo, que não reconhecia, diga-se. Dizia o código de Seabra que era português o filho de portugüês, mesmo que expulso do reino. Mas não podia servir um governo estrangeiro sob pena de perda da nacionalidade. Miguel Januário participou na campanha de anexação da Bósnia-Herzegovina em 1909;
    - É voz comum que quando Portugal entrou em guerra em 1916 Miguel Januário passou para a cruz vermelha. Porém afirma Hatzendorf que o imperador Carlos lhe tirou um comando porque era fraco. Nos registos militares austrìacos aparece como tendo estado em serviço a partir de setembro de 1917, com a patente de coronel.


    Essa gente tem direito zero ao trono de Portugal. São uma família de traidores. Não há herdeiro do trono de Portugal, ou porque são estrangeiros ou porque, como no caso dos loulé, é mais que duvidoso que tenham qualquer direito. Ana de Jesus era uma mulher de má reputação, filha de puta, que nem dote teve. Ao que li terá sido repudiada pelo marido.


    Dos filhos de Miguel Januário, nada a dizer de Duarte Nuno. Mas o mais velho, dado ao jogo, o que casou com uma americana, serviu numa divisão automóvel do exército alemão; antes disso, ficaram fortes suspeitas, terá assassinado um primo, neto de D. Maria Ii, príncipe de Saxe. E do outro, Francisco Jose, panascas de primeira ordem, não teve pejo em meter-se num quarto de pensão com dois gabirus, quando representava o padrinho, o imperador francisco josé, na coroação de Eduardo VII. Ele safou-se. Os outros levaram com dois anos de grilhetas. A bichona morreu num campo de concentração italiano.


    Para o melhor ou pior, Portugal é o que é. A melhor prova da decadência dessa gente é a bisneta do fornecedor das balas dos assassinos. Quando a vejo com as jóias da viúva fico sempre pasmado. Como é que é possìvel?

    ResponderEliminar
  5. Diga a "Sua Alteza Real" a Senhora Dona Isabel de Herédia para acrescentar à tiara legada pela Rainha Dona Amélia as balas do avô com que mataram Dom Carlos.

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...