segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Uma homenagem a Henrique Barrilaro Ruas

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A Real Associação de Lisboa agendou para o próximo dia 17 de Outubro pelas 18:30 o lançamento do livro "A Liberdade Portuguesa", uma antologia de textos dispersos de Henrique Barrilaro Ruas compilada por Vasco Rosa e com prefácio do jornalista Nuno Miguel Guedes publicada sob a nossa chancela Razões Reais. Esta obra, cujo lançamento terá lugar no Centro Nacional de Cultura, no Largo do Picadeiro, nº 10-1º (ao lado do Café No Chiado), constitui uma homenagem ao homem do pensamento e doutrinador monárquico que foi Henrique Barrilaro Ruas e contará com a apresentação de Augusto Ferreira do Amaral, Guilherme Oliveira Martins e a presença dos Duques de Bragança.


Henrique Barrilaro Ruas não foi apenas um dos mais proeminentes pensadores políticos do século XX português, que de forma brilhante fez a síntese entre o Integralismo Lusitano e a Democracia. Distinguiu-se pela incansável militância e efectiva acção política pela monarquia, que teve como apogeu a sua eleição para a Assembleia da República pelas listas da Aliança Democrática. É de João Bigotte Chorão a frase que melhor define a intervenção cívica e cultural deste vulto maior das nossas fileiras: “o ideário monárquico, a fé católica e a ideia de portugalidade”. O seu amor à liberdade manifestou-se na luta contra o centralismo político que não mais deixou de se agigantar desde o século XVIII, e a favor das comunidades e das suas instituições tradicionais – o rei e os municípios - numa perspectiva comunitarista e ecológica, porque intrinsecamente natural e humana. 


O livro poderá ser adquirido aqui ou no local e a entrada é livre.


 

3 comentários:

  1. Esse slogan "um povo, uma pátria, um rei" tem uma grande parecença com a tradução de <i>ein Volk, ein Reich, ein Fuehrer</i> (um povo, um império, um líder).

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  2. inicio de 50 conheci-o no falecido CADC
    a integralista do Gavião ouviu uma criada de servir a tradução de notícia de jornal francês de 1915
    « ontem, por ser domingo, não houve revolução em Portugal »
    está a fazer falta uma bernarda que varra este lixo humano

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  3. não escrevo em russo o correspondente usado no tempo da falecida urss, único sistema politico que caiu por implosão

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