quarta-feira, 2 de outubro de 2019

O ambientalista simplório em debate


Para aqueles que não assistiram, aconselho a ouvirem este debate, ainda na sequência da populista censura à carne de Vaca pela Universidade de Coimbra e secundada pelo nosso 1º Ministro. 

9 comentários:

  1. Suponho que se refira ao "vosso" Henrique Pereira dos Santos!? Esteve muito bem, aliás como os restantes convidados. Uma lufada de ar fresco. Um oásis televisivo. Em regra convidam sempre os mesmos papagaios ignorantes arregimentados. Por uma vez, debateu gente que sabe da poda. 

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  2. http://blogdodalailima.blogspot.com/ (http://blogdodalailima.blogspot.com/)

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  3. O "PÃOZINHO DE NOSSO SENHOR CRIA TANTO BURRO!", JÁ ASSIM SE DIZIA NA MINHA TERRA,,, , NEM SABEM MAIS O QUE INVENTAR COM TANTA  CULTURA!!

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  4. O que se seria da vida sem a posta maronesa ou a posta mirandesa grelhadas e com batata a murro!

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  5. a populista censura à carne de Vaca

    Não é populismo. É boa gestão do limitado orçamento da Universidade.

    A Universidade não quer gastar demasiado dinheiro com as cantinas. Há fontes de proteína muito mais baratas do que a carne de vaca. A começar pela carne de frango, que é muitíssimo mais barata.

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  6. Errado. Os burros são animais muito úteis, que comem silvas e limpam terras que as vacas não querem limpar. São dos animais mais rústicos e mais baratos de alimentar que existe.

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  7. Se a razão é económica o reitor deveria assumi-la.

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  8. A razão é, não tenho quaisquer dúvidas disso, essencialmente económica.
    Talvez o reitor o devesse assumir mas, por motivos de propaganda junto dos estudantes e não só, achou melhor assumir razões ambientais.
    Só que, lá está: economia e ecologia são, no seu étimo, a mesma coisa. A carne de vaca é cara em euros precisamente porque é cara ecologicamente.
    Eu de vez em quando compro carne de vaca para minha casa. 250 gramas para uma refeição para 3 pessoas. Vaca açoriana, de pastagem ao ar livre, tudo muito ecológico. Custa 20 euros o quilo. É isso que custa uma vaca de pastagem. É claro que muito poucos podem pagar tal preço. E a Universidade de Coimbra certamente que não pode. A Universidade pode pagar carne de vaca de 5 euros o quilo, mas essa é vaca alimentada a rações e nada ecológica.
    Por isso, no fundo o reitor tem toda a razão.

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  9. A 20 euros o quilo? Vá contar essa a outro. Encontra carne de vaca dos Açores a muito menos de 10 euros, e em muitos lados. 
    Essa da razão económica não tem pés nem cabeça: no Politécnico de Bragança só carne de vaca da região é que lá entra, que também é uma boa forma de reduzir a pegada ecológica.

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