domingo, 25 de agosto de 2019

Eles não gostam, mas nós insistimos no tema

Portanto, com base numa apreciação feita não se sabe em que termos começa um processo, não se sabe coordenado por quem e muito menos se percebe com vista a quê. Pode, por exemplo, a escola decidir que a criança deve mudar de género? Que poderes, competências, saberes têm as escolas para desencadear um processo destes? E quem é que numa escola pode ser obrigado a assumir responsabilidades num processo desta natureza: os professores? Ou vai franchisar-se esse trabalho para aquelas associações já contratadas para leccionarem Educação para a Cidadania e que podem passar da redacção de questionários para a produção de ordens sobre a vida das crianças?


A ler a Helena Matos

2 comentários:

  1. Este pessoal da ideologia de género mais do que uma desgraça é uma praga. À força de quererem mudar o mundo, não admitindo que que alguém pense de forma diferente da sua, ainda irão  ver 'com quantos paus se faz uma canoa' quando, e já faltou mais, as maiorias silenciosas deste Ocidente manso e bovino se chatearem a  valer... 

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  2. Este pessoal da ideologia de género mais do que uma desgraça é uma praga. À força de quererem mudar o mundo, não admitindo que que alguém pense de forma diferente da sua, ainda irão  ver 'com quantos paus se faz uma canoa' quando, e já faltou mais, as maiorias silenciosas deste Ocidente manso e bovino se chatearem a  valer... 
    Beirão

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