terça-feira, 14 de maio de 2019

Quando é que atravessamos a rua?

passadeira_gay.jpg


Sinceramente estou convencido de que políticamente combater a propaganda homossexual é tempo e energias perdidas, só serve à vitimização dos visados. Sou do tempo em que foi necessário enfrentar o preconceito e promover a tolerância na sociedade portuguesa. No final dos anos 70 com o entusiasmo natural da juventude ajudei a organizar no CNC de Helena Vaz da Silva umas jornadas sobre o tema, com exposições e conferências - orgulho-me disso. Acontece que o tema chegou estafado e redundante à actualidade - como se tivéssemos todos de levar escrito na testa o que gostamos (ou não) de fazer na cama. 


A minha esperança é que o assunto saia do topo da agenda por desgaste e cansaço das pessoas, e se ajuste à real importância que possui numa democracia liberal. As pessoas têm direito a viver as suas vidas como entendem e em paz, e eu espero que a prioridade (a moda) passe a ser a família natural e a consequente demografia... A atomização social e o Inverno demográfico são fenómenos complexos com consequências catastróficas e têm de olhados de frente. Antes que seja tarde.


 


Fotografia daqui

12 comentários:

  1. Falá-se imenso de invertidos em Portugal. Eles pensam que são muito importantes, os pobrezinhos, coitados.

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  2. É muito importante esta iniciativa da junta de freguesia de Campolide, e o próprio CDS, partido profundamente conservador, através de alguns dos seus elementos, também concorda com esta medida de homenagem á liberalização dos costumes. Família natural é toda a família que se constitui em amor verdadeiro, sejam duas mulheres, dois homens, ou dois transexuais, o importante é que se amem e eduquem as crianças com bons princípios de cidadania e valores éticos. Vamos abrir as nossas mentalidades?

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  3. Este anónimo acredita em bruxas, mas diz-se bom cristão. 
    Dois homens a cuidar das suas crianças? 
    O que é preciso é amor? Não, o que é preciso é ter juízo, rima e é verdade...

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  4. Vamos. E vamos manter o Código da Estrada.

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  5. Vossas Excelências que me perdoem, mas para defenderem com rigor este assunto, tinham que ter um destes elementos a viver por baixo dos vossos aposentos, a receber namorados variados algumas vezes por mês ,(amor?!), ter uns a vivar enfrente da vossa porta, (estes, mais ou menos...) e um outro que quase está lado a lado , a todas as horas do dia e da noite e é um grande descarado! , (gosta de se exibir!!).
    Experimentem, depois destas vivências, a ver se têm tanta diplomacia acerca...
    Respeitosamente .

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  6. Vão fazer proselitismo para a Santa Rússia...

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  7. "Sou do tempo em que foi necessário enfrentar o preconceito e promover a tolerância na sociedade portuguesa."


    O João Távora escreve de uma forma que dá a entender que a questão do preconceito é algo de tempos já longínquos .

    Infelizmente basta olhar para esta caixa de comentários para se entender que a questão é muito contemporânea.

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  8. É verdade. E as passadeiras às listas não ajudam.

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  9. Com todo o respeito pela sua opinião, dois homens ou duas mulheres podem criar uma ou mais crianças com toda a dignidade e competência. Cumprimentos.

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  10. Consta que estas cores são representativas ás cores do fogo. O que será que quer dizer? O que é que o governo tem com as cores do fogo? Qual o governo é que ia ter esta ideia?
    Bem fez o Patriarcado tirar-se da política. Será que percebeu isto?

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  11. Ao fogo?! Só se for ao fogo dos smartfones. Governo, qual?

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