sexta-feira, 15 de março de 2019

Da barbárie


Ver os testemunhos dos muçulmanos acossados após o hediondo ataque de hoje a duas mesquitas em Christchurch, Nova Zelândia (curioso o nome da cidade) quando estavam a rezar, é como um murro na barriga, e deveria servir de alerta para o perigo das respostas maniqueístas para questões complexas como as do diálogo inter-religioso e dos refugiados. Gente fanática é gente fanática.

6 comentários:

  1. « quem semeia ventos, colhe tempestades »
    sentido biunívoco

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  2. Há perto de 50 anos, discorrendo com um amigo, infelizmente já falecido, ele me dizia à laia de Lei sociológica:

    Nas sociedades etnicamente estabilizadas, a introdução progressiva de outro tipo de comunidades, gera nessas sociedades a partir de um certo momento, sentimentos de rejeição.
    O momento em que surge esse sentimento de rejeição é sempre indeterminado porque varia com o tipo de culturas dos povos em presença, a proporção entre forasteiros e autóctones e outros factores de cariz diverso.
    Como não sou sociólogo pouco sei destes assuntos mas os factos ocorridos infelizmente um tanto por todo o mundo, parecem demonstrar que seja verdade.
    Ele dava como exemplo o de uma vara que é progressivamente flexionada entre as extremidades; ela acaba por estalar e quebrar, isso é fatal.
    Mas nunca se sabe é determinar, com rigor, o momento em que isso venha a acontecer.

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  3. Concordância numa frase breve, simples, e que todos os povos conhecem.

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  4. tratou-se de um lobo solitário que se radicalizou sozinho nas redes sociais, certo ? ou o que vale para uns não vale para outros ?

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  5. Eu não me admiro destas coisas acontecerem. Tiros em quem está a rezar, para mim já não é novidade… 
    Triste ...

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  6. Será verdade, ou são "fake news"?.  Consta que em certos Países nórdicos, na Alemanha e noutros menos a Norte ... se proíbe, esconde da comunicação social, a publicação do perfil dos autores de estes actos de violência?. E que serão até bastantes?.
    Será que a partir de agora os autores de actos deste tipo passarão a ser devidamente identificados e filmados no tribunal -como é o caso de este australiano-  para benefício de uma opinião pública devidamente esclarecida e, em consequência, respeitada ... e qualificada para votar?. Ou não?.

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