Gostei particularmente da argumentação do PCP contra a lei da paridade hoje aprovada no parlamento que obriga à inclusão de 40% de mulheres nas listas eleitorais, proclamada pela voz de Rita Rato que reclama não acompanhar “a ideia de que aquilo que determina a opção política de cada eleito seja o seu sexo e não a sua opção ideológica” (...) “Queremos registar que ainda na anterior legislatura houve uma presença muito significativa de mulheres no parlamento” que não impediu as “medidas tomadas por ex-ministras de Pedro Passos Coelho, como Maria Luís Albuquerque e Assunção Cristas” (que eram mulheres), rematou a deputada comunista. O PCP preferia uma lei que impusesse uma quota maioritária e significativa de deputados(as) de esquerda, já se vê.
Já Assunção Cristas podia suportar-se no facto do CDS ter actualmente um grupo parlamentar com 44% de mulheres (e liderado por uma mulher) para demonstrar a inutilidade desta lei.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
Fazer género
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E assim se fazem e desfazem ideias,modas,leis,no apetite voraz dos aparelhos.
ResponderEliminarContinuem com a brincadeira das quotas. Marcelo-o-cretino devia ter ao lado uma Presidenta da República.
ResponderEliminardeitado alentejano
ResponderEliminar«as cadelas apressadas parem os filhos cegos»