quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Ainda estamos hoje a pagá-lo com língua de palmo

"Não houve fantasma nenhum – o socratismo despesista existiu mesmo, teve implicações catastróficas para o país, e é imperdoável negá-lo, ou andar a fazer ironia com a página política mais dramática de toda a nossa democracia: a dívida pública portuguesa passou de 96 mil milhões no primeiro trimestre de 2005 para 195 mil milhões de euros no primeiro trimestre de 2011. Em apenas seis anos, o governo de José Sócrates agravou a dívida em 100 mil milhões de euros, cerca de 44 pontos percentuais do PIB (de 67,4% em 2005 para 111,4% em 2011). São números estratosféricos."

4 comentários:

  1. E quem é que estava sentado ao lado dele? E quem é que estava no BdP? E quem é que estava em tudo o que são reguladores, observatórios, etc? E quem eram os jornalistas da "economia real"?

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  2. Não, não, foi o Passos Coelho. Foi o Passos Coelho sim senhor, que eu vi, com estes olhos que a terra há-de comer. Pois.

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  3. Pobre povo que não vê que isto está a saque.

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  4. O consequente aumento de dívida será muito maior se contarmos as vezes e alturas em que fomos recebendo as tranches do empréstimo de 87 mil milhões, para lá de 2011...

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