sábado, 2 de fevereiro de 2019

A propósito da polémica dos carros a gasóleo...

Pretender que a deslocação duma pessoa do ponto A ao ponto B sem ser pela força dos músculos das pernas (e mesmo assim...) ou pela da gravidade, é possível sem prejuízo do ambiente é duma ingenuidade extraordinária. Querem contabilizar as emissões de dióxido de carbono e os danos colaterais para o planeta por um Ser Humano ter um filho? Nada de novo: desde o "Imagine" do John Lennon que sabíamos que a verdadeira harmonia só é possível sem pessoas.

4 comentários:

  1. Não é possível uma pessoa deslocar-se do ponto A para o B ( a não ser num caixão...) sem emitir CO2, que é expelido cada vez que expiramos. Portanto, mesmo parados, os humanos ( e os outros animais) emitem constantemente gases estufa. Extermínio global, já!

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  2. Há dias um amigo chamou-me a atenção para um facto prosaico em que parece que ninguém pensou: Quem não tem garagem leva uma extensão de casa até onde pára o carro? Andamos nos passeios a tropeçar em cabos eléctricos? E não haverá um vizinho mais espertalhão que chegue tarde e saia cedo, e ponha o carro a carregar com a tomada do vizinho? E não há hipótese de meia dúzia de miúdos com a camada cortarem os fios ou desligarem as tomadas, e no dia seguinte ninguém tem carro?
    É claro que esses pormenores não perturbam a mente iluminada do Ministro, que até tem só 3,2 kW em casa - e eu acredito mesmo que sua excelência fique às escuras cada vez que ligar a máquina de lavar e a torradeira...
    Por enquanto o carro elétrico é um sonho - subsídios, carregamentos grátis, e lugares cativos de estacionamento sem pagar. Carros para ricos ficarem mais ricos. São 1,4% do parque automóvel. Aos 50% do parque automóvel será um pesadelo a muitos níveis - acabam as borlas, não sei onde irão à electricidade, e haverá que trocar milhões de baterias tamanho de colchões de cama. E haverá impostos novos para compensar os 25% de receita actuais.
    O carro eléctrico pode ser o futuro, mas não será em 4 anos.

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  3. Quanto ao gazóleo. A Bosh e outras empresas de R&D (research & development) dizem já ter motores diesel mais limpos no que respeita o NOX. As emissõe CO2 já são mais controladas, hoje em dia, do que nos motores a gazolina.
    Os construtores de viaturas auto (movidas a gazolina ou diezel) têm (argutos) acionistas das industrias petrolíferas. Investem só o necessário para vencer a concorrência.
    Agora associam-se e apresentam soluções hibridas (plugin ou não)  e eléctricas. Organizam-se.
    A conversa da poluição auto é apenas mais um bom pretexto para o Estado colectar. Quando o parque automóvel estiver razoavelmente electrificado os imposto incidirão na posse e ... na kilometragem. Já se testa este sistema de tributar a viatura electrica nos EUA. Irá dar as mesmas receitas ao (voraz) Estado. Nem o aluguer se safa.

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  4. Maneira mais fiável, amiga do ambiente e económica é e continua a ser GPL. 

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