quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Da irrelevância

A bem dizer João Quadros é um humorista falhado que se dá mal com a sua irrelevância. Para a maioria das pessoas é um desconhecido, mas eu relembro: foi aquele idiota que em tempos, a propósito da doença da mulher de Passos Coelho, gracejou que “pensava que só havia uma cabeça rapada em casa do Passos", um truque sujo para dar nas vistas.
Vem isto a propósito de um conjunto de imbecilidades que ele publicou ontem a respeito do Duque de Bragança, com o único intuito de chocar pela vulgaridade, sem qualquer esforço de fazer sorrir o interlocutor – escusado é divulgá-las.
O riso é uma expressão exclusivamente humana que exige inteligência e mais ainda o requer a irreverente arte de fazer rir, mesmo no uso grosseria. Já o chamar a atenção sobre si qualquer idiota consegue fazer, se não tiver escrúpulos. Percebo que João Quadros – de que já não ouvia falar há anos – queira palco. Mas tem de o saber merecer, e para já tem a irrelevância que merece.

9 comentários:

  1. Não tinha visto nada do João Quadros.
    Agora vou ver o que é.

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  2. substituir dantas pela esquerda e palermas afins
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  3. Uma perfeita besta "Quadrada".
    Se aquilo que escreve é humor, eu sou uma batata. 

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  4. Eu gosto de humor negro, mas acho que não se deve referir nomes em público. Por isso se fosse uma única piada era "aceitável" ainda que de mau gosto.
    O problema é que não foi um, foram muitos os tweets conforme se pode ver na imagem do Malomil (link embaixo), o que só demonstra ódio e perseguição.

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  5. Eu não diria irrelevante, dado que muita coisa que ele escreve passa/passou na radio pela voz do Bruno Nogueira (TSF, Antena 3).

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  6. Quanta distância em relação a António Quadros.

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  7. O Quadros é um vómito, sem graça absolutamente nenhuma. Um infeliz que só uma CS sem mais nenhum recurso pode dar relevo.

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  8. João Quadros não é um humorista, é um comissário político. Daí não ter piada nenhuma. 

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